quinta-feira, 26 de setembro de 2013

TREMOR DE TERRA FAZ SURGIR ILHA NO MAR



Mais um sismo de grande magnitude (7.7) ocorreu desta vez no Paquistão no dia 25 de Setembro/2013, onde surgiu uma ilhota no mar com 20 metros de altura, quarenta de comprimento e 100 de largura.

Creio que este é apenas o começo de muitos outros acontecimentos que se intensificarão nestes tempos como resultado do que está sendo provocado pelo homem com  sua forma de civilização que está desencadeando fenómenos e reacções que originarão dias de grandes atribulações. A exploração desenfreada de combustíveis fósseis do interior da Terra (petróleo e gás natural) ao mesmo tempo que é transformado no exterior provocando o “Aquecimento Global”, trará consequências inevitáveis há muito profetizadas no livro do Apocalipse e certamente se concretizarão no século actual.

A ganância e ambição desmedidas dos homens que criaram esta Sociedade de Consumo insustentável em que se retiram biliões de barris de petróleo anualmente das entranhas  do planeta ficando gigantescas bolsas subterrâneas de que se desconhece sua dimensão, podem originar sismos cada vez mais violentos e até causar a deslocação do eixo da terra como sucedeu em 2011 com o sismo 9.0 ocorrido no Japão, de que resultou o  Tsunami devastador que pode repetir-se a qualquer momento em qualquer parte do Mundo.

Os “fenómenos naturais” multiplicam-se cada vez mais nos tempos actuais por alguma razão e os governantes têm apenas uma outra preocupação que é a Economia, o valor do dinheiro,  as taxas de juro das bolsas e mercados internacionais que para nada servirão quando começarem as catástrofes e forem destruidas cidades inteiras e a Terra mudar de aspecto pela submersão de muitas zonas e outras que emergirão do fundo do mar.

Isso já sucedeu há milhares de anos (cerca de 12.000) com a submersão da Atlântida que poderá surgir de novo e constituirá um novo Continente que poderá ligar a Europa ao Brasil enquanto outras parte do mundo submergirão.

Os degelos polares indicam também que o nível das águas do mar vão aumentar (o processo é irreversível) e tudo isto são sinais dos tempos que os homens descuram e não tomam medidas para salvaguardar a sobrevivência da própria população. 

As comunidades alternativas tem maior visão do que se passa e já estão preparando o futuro de todos os que sobreviverão...

Pausa para reflexão!

Rui M. Palmela

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O FALSO PROJECTO EUROPEU



Cresce cada vez mais um sentimento generalizado contra os responsáveis europeus que não têm sabido lidar com a crise originada em 2008 que levou alguns paises a ficar sob resgate como a Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Chipre, onde as medidas de austeridade impostas aos seus povos criou milhões de desempregados, um aumento brutal nos impostos, cortes cegos salarias e nas pensões dos reformados, etc., etc., havendo mais miséria e pobreza por um lado e ricos milionários por outro, cujo fosso é enorme sem nenhuma preocupação em fechá-lo e tornar mais viável o bem-estar da população que reclama por mais justiça e igualdade social aos governantes que servem apenas os grandes interesses do Capital. Isso é um facto que se verifica em Portugal.

Esta “Europa Unida” assim não subsistirá e ficará dividida por causa da ganância e ambição desmedida dos que ganham milhões com a crise das Nações pagando juros incomportáveis suportados pelos cidadãos que perdem direitos a uma vida digna enquanto seus politicos mantêm privilégios condenáveis moralmente mas que eles se encarregam de protegê-lo legalmente.

É uma farsa o ‘Plano’ europeu onde pululam outros interesses que não o das suas populações e se vêm rostos de gente incompetente como o do Presidente Durão Barroso que foi 1º Ministro em Portugal e saiu do governo para ocupar aquele cargo numa altura em que não sabia gerir o país e o abandonou, pura e simplesmente, para servir outros propósitos que bem se conhecem e tanto se criticam actualmente.

Parece até que os maus políticos das Nações são especialmente escolhidos (pelo poder financeiro) para ocupar altos cargos onde permanecem o tempo que for preciso mantendo um sistema errado e injusto que prejudica cada vez mais as populações.

É tempo de mudar o rumo dos acontecimentos e tomar os destinos nas nossas mãos, criando comunidades alternativas que são a única solução para fazermos um mundo novo, mais justo e mais igual, onde haja mais humanismo e solidariedade social, como forma de combater o flagelo deixado pelo ‘Monstro’ do Capital.

Rui M. Palmela
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