O Banqueiro Jardim Gonçalves, acusado de vários delitos que o impediam de exercer a profissão por 9 anos e uma multa de 1 milhão de euros, sai absolvido todo feliz e contente por mais um escândalo da justiça portuguesa cujas leis estão formatadas para proteger os ricos e condenar os pobres.
O 1º Ministro confessou-se ‘surpreendido’ com a noticia enquanto o Conselho Superior de Magistratura mandou averiguar quais as causas da prescrição dos processos que ilibaram o poderoso banqueiro que decerto recompensou bem seus advogados pela vitória alcançada.
É esta a justiça em Portugal que é célere a condenar o cidadão comum que se atrasa em pagar a prestação da casa ao banco por ter dificuldades ou quando não cumpre o prazo de pagamento ás finanças de algum imposto, etc., mas não actua contra os grandes criminosos de colarinho branco que têm meios de pagar a seus advogados que utilizam todos os recursos para impedir que se faça justiça contra seus constituintes. No dia em que sejam responsabilizados também pelos crimes ou delitos que defendem talvez deixem de arriscar a má imagem que dão ao público e exerçam de forma mais honesta sua profissão.
Hoje mesmo, dia 19 de Março de 2014, fiquei conhecendo o caso de uma viuva que ligou para um programa de rádio da Antena 1 que dá voz aos cidadãos todas as manhãs das 11 ao meio-dia, contando seu drama cheia de amargura por causa de algo que sucedeu há 13 anos atrás e agora o Tribunal penhorou sua magra pensão de 247 euros tirando-lhe todos os meses 202 euros pouco se importando que ela passe fome. Enquanto isso, essa mesma justiça não actuou contra um grande banqueiro que recebe 174.000 euros mensais de reforma e ainda lhe perdoou 1 milhão de euros de uma multa que lhe tinha sido aplicada pelo Banco de Portugal.
Fica aqui este assunto para que todos conheçam o que se passa no meu país onde este e outros casos semelhantes vão causando cada vez mais revolta e indignação na maior parte da população.
O 1º Ministro confessou-se ‘surpreendido’ com a noticia enquanto o Conselho Superior de Magistratura mandou averiguar quais as causas da prescrição dos processos que ilibaram o poderoso banqueiro que decerto recompensou bem seus advogados pela vitória alcançada.
É esta a justiça em Portugal que é célere a condenar o cidadão comum que se atrasa em pagar a prestação da casa ao banco por ter dificuldades ou quando não cumpre o prazo de pagamento ás finanças de algum imposto, etc., mas não actua contra os grandes criminosos de colarinho branco que têm meios de pagar a seus advogados que utilizam todos os recursos para impedir que se faça justiça contra seus constituintes. No dia em que sejam responsabilizados também pelos crimes ou delitos que defendem talvez deixem de arriscar a má imagem que dão ao público e exerçam de forma mais honesta sua profissão.
Hoje mesmo, dia 19 de Março de 2014, fiquei conhecendo o caso de uma viuva que ligou para um programa de rádio da Antena 1 que dá voz aos cidadãos todas as manhãs das 11 ao meio-dia, contando seu drama cheia de amargura por causa de algo que sucedeu há 13 anos atrás e agora o Tribunal penhorou sua magra pensão de 247 euros tirando-lhe todos os meses 202 euros pouco se importando que ela passe fome. Enquanto isso, essa mesma justiça não actuou contra um grande banqueiro que recebe 174.000 euros mensais de reforma e ainda lhe perdoou 1 milhão de euros de uma multa que lhe tinha sido aplicada pelo Banco de Portugal.
Fica aqui este assunto para que todos conheçam o que se passa no meu país onde este e outros casos semelhantes vão causando cada vez mais revolta e indignação na maior parte da população.
Rui M. Palmela

