terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

A "POBREZA ENVERGONHADA" E A RIQUEZA DESCARADA



Segundo noticias vindas a público, Portugal é um dos oito países da União Europeia onde se registam os níveis mais elevados de pobreza nas crianças, não só nas que fazem parte das familias desempregadas como nas empregadas. Aliás, existe mesmo uma “pobreza envergonhada” que vai aumentando e não se conhece bem a sua real dimensão, pois muitas vezes escondem-se as dificuldades que existem em tantas casas onde até a renda já se deixou de pagar por dificuldades económicas e tudo se agrava à medida que aumenta o custo de vida e a inflação.

A par de tudo isto, as instituições bancárias (e não só) enriquecem de forma descarada, obtendo cada vez mais lucros de milhões de euros por ano, num país onde a crise económica é paga sempre pelos mesmos, pelos mais desfavorecidos e sacrificados, pois os poderosos têm seus interesses instalados e não se compadecem com a situação, manipulando o poder que acaba por se render e não resolver os verdadeiros problemas das desigualdades sociais, o desemprego, as injustiças e a corrupção. Esta é a grande verdade!

Entretanto as políticas do Governo seguem seu rumo, determinadas em nada mudar nesse sentido mas sim num outro que afecta os cidadãos que se sentem cada vez mais descontentes e revoltados com o que se passa, vendo que os Ministros e Deputados, seus representantes, enriquecem também no poder, causando escândalo as suas grandes pensões e indemnizações que dariam para tirar familias inteiras de dificuldades e aflições.

Mas para resolver o ‘déficit’, o Governo anda mais preocupado em fechar Serviços de Urgência, Maternidades, Escolas, andando em conflito com as multidões...

Seria tão bom que tivesse a mesma determinação contra os ricos e poderosos como tem contra os pobres e fracos da Nação!

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

PORTUGAL E A GRAVE CRISE SOCIAL


Hoje, quando pensei fazer um texto sobre o descontentamento geral que se vive em Portugal, não sabia por onde começar, pois são tantos os exemplos de uma má governação contra um Povo que vive esperançado há mais de 30 anos por uma “Democracia” que não chega após a queda duma Ditadura que durou 40, sendo verdade que milhões de portugueses estão cada vez mais desiludidos com os políticos e governantes que não são melhores hoje do que os que governaram antes. Os cravos de Abril já murcharam e não existem mais, porque a Revolução caiu nas mãos dos que se desviaram dos verdadeiros ideais.

Todos os partidos, divididos, sempre pretenderam fazer de Portugal um país melhor, mas infelizmente tudo tem andado de mal a pior e o Povo sente revolta e indignação contra todos os políticos (da Esquerda à Direita) que sobem ao poder de eleição em eleição. O Governo da “maioria” (PS) é hoje considerado um dos piores que está levando Portugal a atravessar uma grave crise social de consequência imprevisíveis e essa é a conclusão de uma Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES) que faz um balanço negativo da situação, dizendo mesmo que «o agravamento das desigualdades sociais e o aumento do fosso entre os ricos e pobres, provocam instabilidade e mal-estar social», falando ainda , entre outras coisas, da CORRUPÇÃO. De imediato houve logo uma reacção do governo pelo seu porta-voz (Vitalino Canas) que veio dizer que tudo são «conclusões tremendistas»... Entretanto as questões da Saúde, da Educação, da Justiça, do Desemprego, da Criminalidade, da Insegurança, etc., revelam que as coisas em Portugal não estão indo bem porque o país vai mal, muito mal.

Enfim, quem diz o que pensa e sente, é Ana Benavente, professora universitária e militante do PS que resolveu quebrar o silêncio e exprimir abertamente aquilo que outros membros do seu Partido não têm a coragem de fazer. Vale a pena ler o que ela diz:

”Não sou certamente a única socialista descontente com os tempos que vivemos e com o actual governo. Não pertenço a qualquer estrutura nacional e, na secção em que estou inscrita, não reconheço competência à sua presidência para aí debater, discutir, reflectir, apresentar propostas. Seria um mero ritual.

Em política não há divórcios. Há afastamentos. Não me revejo neste partido calado e reverente que não tem, segundo os jornais, uma única pergunta a fazer ao secretário-geral na última comissão política. Uma parte dos seus actuais dirigentes são tão socialistas como qualquer neoliberal; outra parte outrora ocupada com o debate político e com a acção, ficou esmagada por mais de um milhão de votos nas últimas presidenciais e, sem saber que fazer com tal abundância, continuou na sua individualidade privilegiada. Outra parte, enfim, recebendo mais ou menos migalhas do poder, sente que ganhou uma maioria absoluta e considera, portanto, que só tem que ouvir os cidadãos (perdão, os eleitores ou os consumidores, como queiram) no final do mandato. Umas raríssimas vozes (raras, mesmo) vão ocasionando críticas ocasionais.

Para resolver o défice das contas públicas teria sido necessário adoptar as políticas económicas e sociais e a atitude governativa fechada e arrogante que temos vivido? Teria sido necessário pôr os professores de joelhos num pelourinho? Impor um estatuto baseado apenas nos últimos sete anos de carreira? Foi o que aconteceu com os 'titulares' e 'não titulares', uma nova casta que ainda não tinha sido inventada até hoje. E premiar 'o melhor' professor ou professora? Não é verdade que 'ninguém é professor sozinho' e que são necessárias equipas de docentes coesas e competentes, com metas claras, com estratégias bem definidas para alcançar o sucesso (a saber, a aprendizagem efectiva dos alunos)? Teria sido necessário aumentar as diferenças entre ricos e pobres? Criar mais desemprego? Enviar a GNR contra grevistas no seu direito constitucional? Penalizar as pequenas reformas com impostos? Criar tanto desacerto na justiça? Confirmar aqueles velhos mitos de que 'quem paga é sempre o mais pequeno'? Continuar a ser preciso 'apanhar' uma consulta e, não, 'marcar' uma consulta? Ouvir o senhor ministro das Finanças (os exemplos são tantos que é difícil escolher um, de um homem reservado, aliás) afirmar que 'nós não entramos nesses jogos', sendo os tais 'jogos' as negociações salariais e de condições de trabalho entre Governo e sindicatos. Um 'jogo'? Pensava eu que era um mecanismo de regulação que fazia parte dos regimes democráticos.

Na sua presidência europeia (são seis meses, não se esqueça), o senhor primeiro-ministro mostra-se eufórico e diz que somos um país feliz. Será? Será que vivemos a Europa como um assunto para especialistas europeus ou como uma questão que nos diz respeito a todos? Que sabemos nós desta presidência? Que se fazem muitas reuniões, conferências e declarações, cujos vagos conteúdos escapam ao comum dos mortais. O que é afinal o Tratado de Lisboa? Como se estrutura o poder na Europa? Quais os centros de decisão? Que novas cidadanias? Porque nos continuamos a afastar dos recém-chegados e dos antigos membros da Europa? Porque ocupamos sempre (nas estatísticas de salários, de poder de compra, na qualidade das prestações dos serviços públicos, no pessimismo quanto ao futuro, etc., etc.) os piores lugares?

Porque temos tantos milhares de portugueses a viver no limiar da pobreza? Que bom seria se o senhor primeiro-ministro pudesse explicar, com palavras simples, a importância do Tratado de Lisboa para o bem-estar individual e colectivo dos cidadãos portugueses, económica, social e civicamente.

Quando os debates da Assembleia da República são traduzidos em termos futebolísticos, fico muito preocupada. A propósito do Orçamento do Estado para 2008, ouviu-se: 'Quem ganha? Quem perde? que espectáculo!'. 'No primeiro debate perdi', dizia o actual líder do grupo parlamentar do PSD 'mas no segundo ganhei' (mais ou menos assim). 'Devolvam os bilhetes...', acrescentava outro líder, este de esquerda. E o país, onde fica? Que informação asseguram os deputados aos seus eleitores? De todos os partidos, aliás.
Obrigada à TV Parlamento; só é pena ser tão maçadora. Órgão cujo presidente é eleito na Assembleia, o Conselho Nacional de Educação festeja 20 anos de existência. Criado como um órgão de participação crítica quanto às políticas educativas, os seus pareceres têm-se tornado cada vez mais raros. Para mim, que trabalho em educação, parece-me cada vez mais o palácio da bela adormecida (a bela é a participação democrática, claro). E que dizer do orçamento para a cultura, que se torna ainda menos relevante? É assim que se investe 'nas pessoas' ou o PS já não considera que 'as pessoas estão primeiro'?

Sinto-me num país tristonho e cabisbaixo, com o PS a substituir as políticas eventuais do PSD (que não sabe, por isso, para que lado se virar). Quanto mais circo, menos pão. Diante dos espectáculos oficiais bem orquestrados que a TV mostra, dos anúncios de um bem-estar sem fim que um dia virá (quanto sebastianismo!), apetece-me muitas vezes dizer: 'Aqui há palhaços'. E os palhaços somos nós. As únicas críticas sistemáticas às agressões quotidianas à liberdade de expressão são as do Gato Fedorento. Já agora, ficava tão bem a um governo do PS acabar com os abusos da EDP, empresa pública, que manda o 'homem do alicate' cortar a luz se o cidadão se atrasa uns dias no seu pagamento, consumidor regular e cumpridor... Quando há avarias, nós cortamos-lhes o quê? Somos cidadãos castigados! O país cansa!

Os partidos são necessários à democracia mas temos que ser mais exigentes.

Movimentos cívicos... procuram-se (já há alguns, são precisos mais). As anedotas e brincadeiras com o 'olhe que agora é perigoso criticar o primeiro-ministro' não me fazem rir. Pela liberdade muitos deram a vida. Pela liberdade muitos demos o nosso trabalho, a nossa vontade, o nosso entusiasmo. Com certeza somos muitos os que não gostamos de brincar com coisas tão sérias, sobretudo com um governo do Partido Socialista!”

Os meus aplausos para Ana Benavente!

Rui Palmela

HOLOCAUSTO NAZI, 60 ANOS DEPOIS!



Para não esquecer:

"Mais de 12 milhões de pessoas perderam a vida sob a doutrina racista do III Reich, cerca de 7,5 milhões somente nos assassinatos públicos e nos campos especialmente preparados para matar em escala industrial. Quem não era ariano não era tratado como ser humano. Além dos judeus, também não foram poupados ciganos, negros, homossexuais, comunistas, testemunhas de Jeová e doentes mentais.Os números apontam para: 6 milhões de judeus; o que representava na época cerca de 60% da população judaica na Europa..."

E o que é mais impressionante é que tudo isto tenha sido mandado praticar por um homem de sangue judeu (Hitler), que se julgava encarregue de manter uma "raça pura" à qual ele nem pertencia...

Infelizmente, hoje muitos são os jovens que o querem seguir exibindo simbolos nazis. Até mesmo o Presidente do Irão diz que foi tudo uma invenção, e um Bispo católico da Igreja de Roma fez o mesmo tipo de afirmação duvidando da veracidade da história do Holocausto. O Papa repreendeu-o por isso.

É bom pois não esquecer as imagens chocantes do HOLOCAUSTO que infelizmente também é praticado diariamente contra os animais que têm um destino cruel e sofrem silenciosamente nos Matadoutros onde são amontoados e chacinados pelo homem que se comporta como o pior de todos os seres da Criação.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

O INFERNO DOS ANIMAIS NA TERRA!



"A Terra é um inferno porque vós sois demónios. Tornai-vos anjos e a Terra será um paraíso" - (Pietro Ubaldi)

É horrivel a chacina diária que os homens fazem aos animais na Terra e todas as pessoas que comem carne ou usam produtos que derivam de seus cadáveres torturados e violentados, deviam reflectir sobre as imagens chocantes e realidades que hoje podemos ver e mostrar ao Mundo através deste meio de comunicação, já que as omitem ou não as mostram nos canais de televisão.

Jamais o homem poderá viver em paz e fazer um Mundo melhor, enquanto continuar sendo o maior predador e causar tanta chacina e tanta dor. Sofrerá sempre as consequências de seus actos desumanos e o inferno que causar aos animais na Terra será para si mesmo o maior no qual sucumbirá no meio de guerras, doenças, calamidades, sofrendo pelos seus erros, desmandos e iniquidades.

O vídeo que poderão ver a seguir, em baixo, retrata bem a realidade do animal dito 'inteligente' que por ser tão 'racional' se tornou o pior das espécies que trata todos os outros seres vivos como coisas sem alma e sem coração que sofrem em silêncio os maus tratos do ser dito 'superior' que se tornou a pior criatura da Terra onde sofrerá sempre de acordo com o que faz, seja por negligência, ‘sobrevivência’, ignorância, ganância ou ambição.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela
*
Nota:
As imagens iniciais do filme mostram a beleza natural do reino animal, mas depois aparecem as mais chocantes onde o homem intervem. Chamo a atenção para as pessoas mais sensíveis.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

O SACRIFICIO DE ANIMAIS NA RELIGIÃO


A Bíblia ou o Corão ensinam a crueldade?

Fico horrorizado com os holocaustos de dor e sangue que Deus supostamente teria mandado praticar nos tempos idos e que hoje se repetem na tradição muçulmana com base numa história em que Abraão teria sido tentado ou provado para matar seu filho colocado sobre um altar de lenha onde seria degolado com um cutelo e depois queimado, mas que entretanto lhe aparece um Anjo (Gabriel) impedindo-o de cometer esse acto e em vez do filho é sacrificado um cordeiro no seu lugar. (Ver toda a história no capítulo 22 de Génesis, um dos vários livros de Moisés).

Em face disto têm sido sacrificados todos os anos cerca de 700.000 ou 800.000 animais inocentes (carneiros ou bodes) que são degolados e esfolados numa matança cruel nos lugares onde se juntam mais de dois milhões de muçulmanos na sua Peregrinação a Meca (a “hadj”), cumprindo assim uma tradição que se repete em nome duma crença que até está em contradição com as leis de Deus (Alá ou Jeová) num dos seus Mandamentos que diz: “NÃO MATARÁS”!

Não entendo porque razão se comete então uma chacina com tanto derramamento de sangue de milhares de animais sacrificados à Divindade que no meu entender abomina tudo isto e não se agrada de tais actos pagãos que agradam sim a Satã ou às entidades vampíricas das trevas e não da Luz.

Doutro modo, os próprios cristãos deveriam reflectir também nas palavras de Jesus Cristo que teria dito no seu tempo em relação aos rituais e sacrifícios de animais, o seguinte:

“Vim para abolir as festas sangrentas e os sacrifícios, e se não cessais de sacrificar e comer carne e sangue dos animais, a ira de Deus não terminará de persegui-los, como também perseguiu a vossos antepassados no deserto, que se dedicaram a comer carne e que foram eliminados por epidemias e pestes...”

Isto está escrito no capitulo 21 do “Evangelho dos Doze Santos”, um dos Manuscritos encontrados nas cavernas de Qumram junto ao Mar Morto). Em face disto o Papa devia parar de comer carne e instruir os cristãos a fazerem o mesmo... Mas isto é outra conversa!

Por fim, não creio que o Profeta Maomé tenha ordenado os actos de crueldade que se praticam hoje numa Religião de Paz (o Islão) que deveria acabar sim com toda a mortandade de sacrifícios de animais que só o grande negócio dos criadores de carneiros e ovelhas justifica, nada mais. Felizmente já existem muitas vozes discordantes de muçulmanos que são mais favoráveis à oferta de dinheiro em vez da matança dos carneiros. Aliás, a mutilação ou interferência no corpo de um animal vivo que lhe cause dor ou deformação contraria os princípios islâmicos, diz o imã Al-Hafiz Basheer Ahmad Masri, afirmando mesmo que Maomé teria dito:

“Aquele que tem piedade (até) para com um pardal e poupa sua vida, Alá ser-lhe-á misericordioso no dia do julgamento” ...


“Uma boa acção feita a um animal é tão meritória quanto uma boa acção feita a um ser humano, enquanto um acto de crueldade a um animal é tão ruim quanto um acto de crueldade para um ser humano”.



Afinal, Deus deu a vida a todas as criaturas de igual modo para que sejam respeitadas e não chacinadas ou vilipendiadas pelos humanos, digo e penso eu. Mas infelizmente, milhões de animais vivem e sofrem em silêncio tanta dor e agressão do ser ‘racional e ‘inteligente’ que se tornou na pior espécie de predadores da Terra que comete tanto mal e vive de forma incoerente.

Fica aqui mais esta dissertação,

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

sábado, 9 de fevereiro de 2008

A ORIGEM DO MAL NA TERRA


É o homem com seus próprios comportamentos contrários à vida de todos os seres e desrespeito pelas Leis da Natureza, que origina todo o mal na terra, tendo degenerado há muito de sua verdadeira condição e criado neste Planeta um inferno de sofrimento para si e biliões de seres da Criação. Tudo se resume nisto!

As guerras, a violência, os conflitos entre os povos, as injustiças e desiguldades sociais, etc., resulta de sua própria ganância e ambição, pela forma como vive e se comporta neste mundo, criando todo o mal que se multiplica nos tempos que correm até sucumbir no meio de tanta destruição.

Diz-se na sabedoria oriental que “a ignorância é a mãe-raiz de todo o mal”, mas tendo os povos do Oriente tanta sabedoria e conhecimento, acabam por ter um tresloucado comportamento tal como a Sociedade Ocidental que comete atentados à Natureza e ao reino animal.

Todos sofremos por isso várias formas de condenação, até ao dia em que despertaremos para a Luz duma Nova Era de Paz e Amor na Terra, após esta sofrer uma grande Transformação, de que resultará uma Nova Humanidade onde só farão parte dela os que se prepararam para uma Nova Civilização. A actual está no fim!

Por isso... “Que não se iludam os que julgam muito saber, dizendo que nada de mal vai acontecer, são perniciosos nas suas opiniões e vivem copiando tantos erros e transgressões. Aos que acreditam num Mundo melhor, façam por observar com atenção, aquilo que já se está a passar no nosso tempo no seio de toda a Civilização. Quem entende deve saber que o Tempo já não está dando mais tempo para o nosso tempo de Evolução”.

Efectivamente, todos os que acreditam num mundo melhor, estão fazendo há muito seu trabalho altruista e não calculista pelo bem do mundo e dos seres, corrigindo seus próprios hábitos e pensamentos, mudando mentalidades e comportamentos, sabendo que estes estão na origem de tantos males e sofrimentos.

Por fim... “Só na Luz do Amor e da Verdade ainda se poderá alterar o curso de destruição de grande parte da Humanidade, o resto é só divagação, induz no erro e na falsidade”.

Fica aqui mais esta dissertação,

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

AS "FEIRAS DE SEXO" NO MEU PAÍS!


É cada vez maior o aliciamento e adulteração da moral e bons costumes nas industrias do Sexo, sem nexo, que invadem o mundo onde pululam as novas manifestações de comportamentos perigosos como de outrora, piores talvez dos que de Sodoma e Gomorra, Pompeia e Herculano, Babilónia e Roma, mais explorados agora nas fantasias dos géneros e utensílios sexuais inventados para práticas do prazer sensorial, exibidos nas “Feiras de Sexo” no século actual.

Portugal, no seu pior, também tem aquilo que vem de fora e prospera em seu interior como um soco no estômago de atentados ao pudor, tudo se fazendo em nome da ‘liberdade’ ou da “democracia” onde a passividade ou irresponsabilidade do “regime aberto” a tudo o que se instala é ‘normal’ (mesmo que imoral), perdendo-se valores da nossa Memória de séculos de História, que nos afasta do verdadeiro papel que “Porto-Graal” tem no Mundo numa Nova Era Universal.

A decadência moral e espiritual da Humanidade, reflecte-se também dentro do meu país onde proliferam tantas formas de degradação ou perversão na Sexualidade. Tudo é feito com o aval das instituições e respectivos meios de comunicação, que cativam muitas pessoas (muitas já tendo idade para ter juizo) que aparecem sempre dispostas a ver e a experimentar novas sensações ou emoções da industria do Sexo (sem nexo), que marca de novo uma época onde a Sida é real e já nem assusta como praga silenciosa, calamitosa, que avança e se dissemina na Terra inteira como resultado da luxúria ou desbragamento sexual que vai contaminando até aqueles que não tendo a ver directamente com a situação acabam sofrendo (por alguma razão) a mesma ‘condenação’.

Surge também no meu país a moda do “swingismo”, a troca de casais ou pares sexuais, como na Roma antiga das orgias e bacanais, aumentando ainda mais a forma de proliferação do HIV e da Hepatite C, que também cresce com o aumento da prostituição e dos comportamentos de risco de outros tempos que se generalizam agora como novos sinais de queda da civilização.

Muitas são as pessoas do meu país que nada enxergam e se deixam envolver facilmente pelo engodo dos novos 'valores' inventados para quebrar “tabús” e converter pela “emancipação” todos os que tendo alguns desejos reprimidos, outros porém mais desinibidos, se afirmam da pior forma, não usando mais o raciocínio, a inteligência ou a razão, confundindo “trigo e joio”, bem e mal, não entendendo mais o sinal que tudo isto representa nesta geração.

Fico por aqui,

Pausa para reflexão!

Rui Palmela
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