segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

A CRISE DO VAZIO


Na sequência do meu artigo sobre a velhice e a solidão, escrevo hoje algo sobre a “crise do vazio" que muita gente sente na sua alma de tal modo que acaba por preencher sua vida (nem sempre da melhor maneira) com tantas coisas deste mundo de ilusão.

Arnaldo Jabor, crítico, cineasta e jornalista brasileiro, escreve mesmo sobre um determinado “mal do século” que Renato Russo classifica de solidão e Jabor concorda acrescentando suas próprias palavras do seguinte modo:

”... Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias. Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos 'personal dance', incrível.

E não é só sexo não, se fosse era resolvido fácilmente, alguém duvida? Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão 'apenas' dormirem abraçados, essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega...

Tornamo-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a 'sentir', só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós. Quem duvida do que estou dizendo, dê uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número de comunidades como: 'Quero um amor pra vida toda!', 'Eu sou pra casar!'. Até a desesperançada 'Nasci pra ser sozinho!'...

Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis. Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos cada dia mais belos, mas mais sozinhos...”

Concluo este meu artigo dizendo que a crise do vazio será tanto maior na vida das pessoas quanto mais procurarem coisas vãs que não lhes trazem verdadeira alegria e paz no coração. De resto, este um dia deixará de bater, cansado, para libertar o espirito que voa para outra dimensão e levará consigo apenas o saber de tudo o que aprendeu nesta vida para subir na Imensidão.

Na verdade o verdadeiro tesouro é a riqueza na alma pela obtenção do Conhecimento que cada um leva para o “Reino dos Céus” e participar nos grandes Planos de Deus ou da Criação.

A vida é muito mais do que imaginamos e fazemos aqui.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A VELHICE E A SOLIDÃO


Num tempo em que os nossos governantes vão dizendo que a esperança média de vida aumenta e a população vai envelhecendo cheia de solidão por falta de condições sociais ou desprezo dos filhos pelos seus pais, seria justo e humano que se desse aos nossos idosos a devida atenção e mais respeito e protecção.

Infelizmente tal não acontece nem é prioritário nas politicas dos governos de Portugal, onde se morre ainda de solidão abandonados num asilo ou simplesmente numa cama de hospital. Muitos preferem o suicídio por não suportarem mais uma vida triste e vazia de sentido, sentindo-se uns pesos ou empecilhos da Sociedade que os despreza, inclusive a própria familia que tanto amaram e cuidaram.

É triste o que vi ontem numa reportagem da televisão (na RTP 1) onde tantos idosos do meu país vivem sós e abandonados, muitos maltratados pelos próprios filhos que os agridem verbal e fisicamente não sendo condenados pela justiça que falta do mesmo modo que não existe nas escolas sobre tudo isto uma verdadeira Educação.

Vale o facto de existirem algumas instituições de solidariedade social, não do Estado claro, que prestam auxílio aos idosos do país envelhecido com muitos lares de 3ª idade que vão fazendo tudo o que podem conforme os meios de que dispõem e as possibilidades que têm de zelar pelos idosos na sua grande maioria com problemas de solidão. Não bastam esmolas do Estado ou subsídios na doença que não combate o vazio que tantos têm no seu coração.

Por isso, deixo aqui desde já um recado aos politicos do meu país para que pensem seriamente neste assunto e dediquem aos idosos mais atenção.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

OBAMA RESPONDE A UMA VEGANA




Ainda durante a sua campanha de candidato à presidência dos EUA, Barack Obama foi questionado por uma jovem vegana (vegetariana), de nome Nikki Benoit, num debate na Gibbs High School em Saint Petersburg – Florida, que lhe perguntou sobre o papel de um líder de uma Nação face a questões como meio-ambiente, aquecimento global, o desperdício de energia da pecuária e uma dieta baseada em vegetais.

Ao que Obama respondeu:

”Bem, essa é uma óptima pergunta. Eu gosto de um bife de vez em quando. Estou sendo honesto. Eu gosto de churrasco. Não vou mentir...”

Porém, olhando para todos à sua volta disse:

“A jovem tocou num ponto muito importante. E o que também é verdade é que à medida que países como a China e Índia se tornam mais ricos eles começam a mudar seus hábitos alimentares. Eles começam a comer mais carne, mais animais”.

”O que acontece então é que se usa mais grãos para produzir um quilo de carne do que se as pessoas comessem apenas os grãos, o que põe muita pressão na produção de alimentos. Os americanos na verdade beneficiariam com uma mudança na dieta”.

“Eu não acho que isso seja algo que devemos legislar. Mas eu penso que é algo que, como parte de um sistema geral da saúde, nós devemos encorajar, pois, por exemplo, se nós reduzirmos a Obesidade a índices que existiam em 1980, nós economizaríamos um trilhão de dólares no sistema de saúde. Nós reduziríamos os índices de diabetes, nós reduziríamos as doenças cardíacas”.... [aplausos]

”Então, o facto de nós subsidiarmos algumas dessas grandes operações do agrinegócio, que não estão necessariamente produzindo comida saudável, e se não incentivarmos ou subsidiarmos fazendeiros que estão produzindo frutas e vegetais e pequenas propriedades rurais que conseguem produzir directo ao consumidor em vez de processar os alimentos, o facto de que nós não estarmos fazendo nada para garantir que a comida saudável esteja nas escolas, todas essas coisas não fazem sentido”.

E concluiu dizendo:

”Eu penso que é importante para nós reexaminarmos a política geral de alimentos, de modo que se incentivem bons hábitos e não maus hábitos”.

Plenamente de acordo, digo eu, só assim será possivel haver uma verdadeira mudança no planeta de modo a que todos vivam melhor e mais saudáveis, acima dos meros interesses económicos dum sistema capitalista e egoista que está falido por tanta ignorância, ganância e ambição, não sendo possivel mudar o mundo se não mudarmos também o nosso modo errado de alimentação.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

sábado, 17 de janeiro de 2009

TODOS EM GUERRA CONTRA GAIA


A Terra tem o suficiente para o sustento de todos, mas não tem para a ganância de uns poucos." (Gandhi)

Leonardo Boff, um reputado teólogo, escritor e professor universitário brasileiro, escreve o seguinte:

"O cataclismo econômico-financeiro, fruto de avidez e de mentiras, esconde uma via-sacra de sofrimento para milhões de pessoas que perderam suas economias, suas casas e seus postos de trabalho. Quem fala deles? Os verdadeiros culpados se reúnem mais para salvaguardar ou corrigir o sistema que lhes garante hegemonia sobre os demais atores do que para encontrar caminhos com características de racionalidade, cooperação e compaixão para com as vitimas e para com toda a humanidade.

Esta crise traz à luz outras crises que, quais espadas de Dâmocles, estão pesando sobre a cabeça de todos: a climática, a energética, a alimentar e outras. Todas elas remetem para a crise do paradigma dominante. A situação de caos generalizado suscita questões metafísicas sobre o sentido do ser humano no conjunto dos seres em evolução. Neste momento silenciam os pós-modernos com o seu every thing goes. Queiram eles ou não, há coisas que têm que valer, há sentidos que devem ser preservados, caso contrario nos enchafurdamos no mais reles cinismo, expressão de profundo desprezo pela vida.

Já há tempos que pensadores como Teilhard de Chardin ou René Girard notaram certo excesso de maldade no caminho da evolução consciente. Cito um pensamento de Girard, estudioso da violência, quando esteve entre nós em 1990 dialogando com teólogos da libertação:”Tudo parece provar que as forças geradoras da violência neste mundo, por razões misteriosas que eu tento compreender, num certo nível são mais poderosas que a harmonia e a unidade. Este é o aspecto sempre presente do pecado original, enquanto, para alem de qualquer concepção mítica, representa um nome para a violência na história”.

Não há por que rejeitar este sombrio veredito. Somente o pensamento da esperança contra toda a esperança, da compaixão e da utopia nos oferece com um pouco de luz. Mesmo assim, há que conviver com a sombra de que somos seres com imensa capacidade de auto-destruição, até o último homem. Há anos uma pesquisa alemã sobre as guerras na história da humanidade, citada por Michel Serres em seu último livro Guerre mondiale (2008), chegava aos seguintes dados: de três mil anos antes de nossa era até o presente momento, três bilhões e oitocentos milhões de seres humanos teriam sido chacinados, muitos deles em guerras de total extermínio.

Só no século XX foram mortas duzentas milhões de pessoas. Como não se questionar, honestamente, sobre a natureza deste ser complexo, contraditório, anjo bom e satã da Terra que é o ser humano? Hoje vivemos uma situação absolutamente inédita. É a guerra coletiva contra Gaia. Até a introdução da guerra total por Hitler (totaler Krieg), as guerras possuíam seu ritual: eram entre exércitos. Depois passaram a ser entre nações e entre povos: era a guerra de todos contra todos. Hoje ela se radicalizou: é a guerra de todos contra o mundo, contra o planeta Gaia (bellum omnium contra Terram).

Pois é isso que está implicado em nosso paradigma civilizacional que se propôs explorar e sugar, com violência tecnológica, a totalidade dos recursos do planeta Terra. Com efeito, atacamos a Terra em todas as suas frentes, nos solos, nos subsolos, nos ares, nas florestas, nas águas, nos oceanos, no espaço exterior. Qual é o canto da Terra que não seja objeto de conquista e de dominação por parte do ser humano? Há feridas e sangue por todas as partes, sangue e feridas de nossa Mãe Terra. Ela geme e se contorce nos terremotos, nos tsunamis, nos ciclones, nas enchentes devastadoras em Santa Catarina e nas secas terrificantes do Nordeste. São sinais que ela nos está enviando. Cabe interpretá-los e mudar a nossa conduta.

Esta guerra não será ganha por nós. Gaia é paciente e com capacidade imensa de aguentar. Como fez com tantas outras espécies no passado, oxalá não decida livrar-se da nossa, nas próximas gerações. Não nos basta o sonho do filósofo Kant da paz perpétua entre todos os povos. Precisamos com urgência fazer um pacto de paz perene de todos com a Terra. Já a atormentamos demasiadamente. Importa tratar-lhe as feridas e cuidar de sua saúde. Só então Terra e Humanidade teremos um destino minimamente garantido".

A CRISE ECONÓMICA

Num tempo em que todos os governantes do planeta falam duma recessão económica/financeira, sem precedentes, tentando a todo o custo recuperar o sistema moribundo capitalista a nível mundial, fazem-se as mais diversas previsões duma Crise que afecta ricos e pobres e já não se sabe como sair dela no século actual.

Já agora, vale a pena pensar nisto:

"Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava.

As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender uma grande quantidade de fregueses, e o negócio prosperava... Seu cachorro quente era o melhor de toda região!

Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e foi estudar economia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho já formado, voltou para casa e notou que o pai continuava com a vidinha de sempre. Teve uma séria conversa com ele e disse:

- Pai, então você não ouve radio? Você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O mundo vai quebrar.

Depois de ouvir as considerações do filho, doutor, o pai pensou: bem, se meu filho que estudou economia, lê jornais, vê televisão, acha isto então só pode estar com a razão.

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato e começou a comprar salsichas mais baratas. Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada. Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.

Tomadas estas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar economia na melhor escola, quebrou.

O pai, triste, então falou para o filho:

- Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. E comentou com os seus amigos muito orgulhoso dizendo:

- “Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise”...


(Desconheço o autor)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A JUSTIÇA EM PORTUGAL


Cada vez mais me convenço de que a 'Justiça' em Portugal vai faltando pelo modo como alguns magistrados decidem ou resolvem assuntos que escandalizam o cidadão comum que não estudou Direito mas tem seu próprio entendimento natural, não da lei mas da Moral.

Assim, constata-se que muitas vezes ou quase sempre a justiça falha ou não se faz quando necessário pelo tempo que demoram os processos nos Tribunais e sobretudo pela impunidade de tantos que escapam pelas ‘malhas’ da lei quando certos advogados conseguem (com habilidade) convencer os juizes que o seu cliente, embora culpado, sai ilibado como inocente.

O sistema está viciado ou conspurcado também pela falta de vigilância de órgãos responsáveis que superintendem a Justiça em Portugal onde as coisas só funcionam quando são denunciadas ou badaladas nos órgãos de Comunicação Social. Foi o que sucedeu de resto com a questão da pedofilia na Casa Pia de Lisboa e outros casos que tardam em ser resolvidos pelo excesso de tempo já habitual em que não raras vezes fica tudo em “águas de bacalhau” como se diz na gíria popular.

Pior ainda é quando se arranjam bodes expiatórios para mostrar que a Justiça funciona de igual modo para todos, ricos ou pobres, o que não é verdade pois as prisões estão cheias de gente na sua maioria pobre ou miserável, muitos que cometeram crimes talvez menores do que os que se safam à lei por terem condições financeiras para pagar 'bons' advogados ou ficarem sob 'fiança', à solta, mesmo recaindo sobre eles graves acusações de crimes de Corrupção ou roubos de milhões.

De resto, é o próprio Bastonário da Ordem dos Advogados e o Procurador-Geral da República que dizem abertamente o que pensam sobre o assunto e qualquer português entende bem as suas críticas e preocupações.

A verdade é que o cidadão comum como eu olha cada vez com mais desconfiança para o que se passa no país onde assaltantes e criminosos são soltos depois de levados a Tribunal pelos agentes policiais que os detêm ás vezes com risco da própria vida, com troca de tiros e perseguições, e os meliantes acabam indo para casa enquanto os agentes da lei ficam perdendo seu tempo fazendo o relatório oficial.

Para concluir esta dissertação, dei conta de uma noticia recente de uma juiza que mandou libertar um criminoso violento e perigoso que actuava na linha de Sintra, enquanto a mãe afectiva da pequena Esmeralda (caso bem conhecido em Portugal) pode ficar presa por ter desrespeitado uma ordem judicial que obrigava a entregar a menina ao pai biológico que não a criou, a abandonou, não a reconheceu como filha em bébé e agora a reclamou...

É este o ‘juizo’ da Justiça em Portugal cada vez mais cega pelo estado em que se encontra a Magistradura numa crise que se agrava como a outra de ordem económica/financeira, a do Capital, a nível mundial.

É esta a minha conclusão,

Pausa para reflexão.

Rui Palmela

A GUERRA DE OPINIÕES


Vivemos num tempo em que se dividem cada vez mais as pessoas (em vez de se unirem) por coisas que uns defendem e outros não. Até certo ponto seria natural, pois que “onde houver duas cabeças haverá sempre duas sentenças”, como se diz na gíria popular. Porém é mau sinal quando começa a haver uma guerra de opiniões e divisões até naqueles que lutam há muito por um mundo melhor, com mais verdade e mais amor.

É o que se está a passar por causa do conflito Israel/Árabe em que muitas pessoas se envolvem e estão ficando inimigas umas das outras só porque umas partilham de opiniões diferentes das suas face às posições a favor ou contra Israel e Palestina onde afinal nenhuma das partes está inocente. Ambos os povos são culpados de atrocidades. Que se entendam e resolvem seus ódios de gerações!

Gostaria pois de colocar aqui uma resposta que dei a uma amiga que pelos vistos não percebeu ainda a minha verdadeira posição sobre este conflito do qual não participo e acusa de hipocrisia todos os que falam de paz e não pensam do mesmo modo na luta por um mundo melhor. Aqui ficam minhas palavras para ela e todos os que acreditam (como eu) que apenas é possivel mudarmo-nos a nós próprios, pois que...

«É pena sim, querida amiga, que este mundo tenha chegado a um ponto sem retorno onde a Paz na Terra tão desejada pelas pessoas não seja ainda uma realidade por causa do que todos fazemos e alimentamos na Humanidade.

Quanto há hipocrisia, claro que existe bastante até naqueles que se acham grandes defensores da Justiça e da Verdade que deve existir numa Sociedade dita civilizada, cada vez mais degradada, que vive no pecado (não me excluo) onde infelizmente ninguém está inocente pelo erro e pelo mal que forjamos e agora nos preocupamos pelo despertamento da consciência que vamos tendo à medida que evoluimos mas ainda continua limitada à nossa visão de um mundo melhor onde devia haver (mas não há) Paz e Amor.

Sabes amiga querida, não tomo partido por guerra nenhuma, seja de Israel ou Palestina, India ou Paquistão, e outras mais que irão surgir pelo Karma dos povos que colherão de vários modos aquilo que semeiam e têm semeado de geração em geração. Nada posso fazer para alterar a situação! "O pagamento é até ao último ceitil" como dizia Jesus Cristo na sua Pregação e creio nas coisas que ele anunciou para os tempos de "Juizo Final" que são estes que atravessamos no século actual.

Pessoalmente, há mais de 30 anos que faço meu trabalho transmitindo algo que possa despertar consciências para a Nova Era que há-de surgir aqui na Terra com uma Nova Humanidade que surgirá decerto pela qualidade de seres humanos avessos ao mal, orientados pela luz de um novo Sol que iluminará uma Nova Realidade. Até lá deixo aqui minha Mensagem pessoal»:

http://www.novaera-alvorecer.net/mensagemhuman2.htm

Abraços

Rui Palmela




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