
sexta-feira, 13 de março de 2009
A HORA DO PLANETA TERRA
quinta-feira, 12 de março de 2009
O MUNDO AO CONTRÁRIO

Conhecida a sentença do homem que atirou seus sapatos a George W. Buhs, não podia deixar de manifestar neste Blog o que penso sobre o assunto dizendo que vejo este mundo ao contrário quando quem devia ter sido julgado e condenado à prisão era o então Presidente dos EUA que invadiu e destruiu um país, matando centenas de milhares de seres humanos, ocupando-o contra as leis internacionais que não o condenam pelos seus crimes e atentados contra a Humanidade, e um cidadão que lhe atira os sapatos em sinal de protesto vai parar 3 anos à prisão.
Pausa para reflexão!
Rui Palmela
A CULTURA DA VIOLÊNCIA

Há 7 anos atrás um outro jovem, de 19 anos de idade, alvejou também mortalmente 16 pessoas numa escola secundária em Erfurt no mesmo país (Alemanha), sendo 12 professores, uma secretária, dois estudantes e um agente da polícia, antes de se ter suicidado.
Outros casos sucederam nos EUA (em 1997), onde um jovem de 14 anos matou 3 colegas e ferindo outros cinco numa escola em Paducah (Kentucky), disparando sobre eles. Também dois jovens de 12 anos disparam contra alunos e professores de uma escola em Jonesboro (Arkansas), matando quatro meninas e uma professora.
Em Abril de 1999, dois jovens de 17 e 18 anos de idade, armados com revólveres e mais de 30 bombas artesanais, causaram pânico num colégio em Littleton (Colorado), matando 12 alunos e um professor antes de se suicidarem.
Enfim, estes e muitos outros relatos de violência extrema chegam e sobram para demonstrar que existe uma cultura de violência na nossa Sociedade onde muitos jovens absorvem aquilo que ela oferece e os mais problemáticos ou descontrolados acabam por cometer crimes hediondos num momento menos bom de suas vidas.
Lembro-me dumas palavras de uma norte-americana (filha de Billy Graham, um consultor espiritual de vários Presidentes dos EUA) que atribuia toda a violência no seu país à falta de uma “cultura de Deus” que até foi substituida por uma cultura de armas em que é mais fácil um jovem hoje adquirir um revólver numa loja de supermercado do que um maço de tabaco que é proibida a venda a menores de 21 anos.
Também há um certo receio hoje sobre os jogos de computador violentos onde quem mata mais e melhor pontaria tem, mais pontos ganha e vence o jogo (é um herói cibernético), desenvolvendo assim uma ideia de força pelo poder das armas ou da “koltura” cowboyana.
Aqui em Portugal importou-se uma nova cultura de violência nas escolas, o ‘bullyng’, que compreende todas as formas de atitudes agressivas (físicas e psicológicas) contra os mais fracos, havendo incapacidade dos Conselhos Directivos de controlar a situação, ou por negligência do governo que não dá grande importância ou atenção.
A verdade é que a Sociedade colhe tudo o que semeia no seu seio, sendo a violência forjada logo desde o princípio de várias formas, inclusive nos hábitos alimentares e vícios perniciosos incutidos nos jovens, tornando-os agressivos, superexcitados e emotivos, competindo entre eles duma forma por vezes atroz, numa cultura de vaidade onde se enaltece mais o ter e o poder, do que a simplicidade e verdade do próprio Ser.
Direi mesmo que o exemplo vem de cima, dos principais que governam as Nações, pois esses se degladiam ou se relacionam uns com os outros duma forma interesseira ou calculista, cínica ou egoista, onde a falta de humildade e simplicade anula a verdadeira Consciência da Unidade, todos querendo tirar partido ou vantagens sobre os outros, mesmo que para isso tenham de utilizar a violência das armas, das palavras, dos confrontos politicos, étcnicos, religiosos ou outros, sendo maus exemplos para as futuras gerações.
Nisto se resume a minha dissertação,
Pausa para reflexão!
Rui Palmela
terça-feira, 10 de março de 2009
O CASO DA MENINA GRÁVIDA DE 9 ANOS

Perante este facto, que seria uma gravidez de grande risco para a menina, os médicos aconselharam o aborto como a melhor solução para tão delicada situação, evitando-se assim pôr em risco a vida da própria criança. Pessoalmente entendo e concordo com a decisão apesar de eu não ser defensor da “pena de morte” de fetos e embriões no meu país, onde infelizmente foi aprovada uma lei de ‘despenalização’ do Aborto.
Há casos e casos, e neste da menina de 9 anos, penso que foi tomada a melhor decisão dos médicos brasileiros, apesar de um Bispo católico se opôr a ela e ter “excomungado” toda a gente menos o padrasto pedófilo que mantinha relações sexuais com a menina e a engravidou para mal dos seus pecados.
Enfim, penso que sobre tudo isto já se falou bastante no Brasil e as opiniões não se dividem muito e são consensuais a favor da equipe médica que certamente ponderou bem na decisão tomada com senso de responsabilidade e consciência humana que decerto não foi leviana. O caso levou o próprio Presidente Lula da Silva a tomar uma posição pública sobre o assunto que não agradou à própria Igreja.
Quanto ao bispo católico, esse fez o seu papel que deve ser respeitado, mas penso que se excedeu com a sua “excomunhão” contra todos os implicados na interrupção de gravidez da menina, incluindo a própria pelo que se diz. É por estas e outras razões que muita gente se afasta da Igreja Católica e se liga às novas religiões que surgem como cogumelos em tempo de chuva e onde seus lideres adoram e glorificam mais o deus do dinheiro para suas Manções, do que o Deus das Alturas que observa todas as loucuras deste mundo e vai dando mais um tempo para que se iluminem algumas mentes e corações.
Rui Palmela
sábado, 7 de março de 2009
FALEMOS DE SEXO!

Este é um tema apaixonante que suscita sempre grande curiosidade de muita gente, porque estando ligado à própria energia da vida, ainda mal compreendida, o sexo carece ainda de uma verdadeira discussão sobre sua natureza superior e o que representa nesta dimensão.
Na verdade, o sexo é uma força ou energia preciosa, poderosa, presente na vida de todos os seres vivos com fins procriativos que no homem e na mulher tem também uma outra função, sendo que a maioria ignora e desperdiça as suas “quinta-essências” que um dia farão falta na alma humana para ‘subir’ a outros planos do Universo.
De resto, não é por acaso que os grandes Mestres e Profetas da Humanidade falaram sempre desta questão com subtileza e objectividade, ensinando aos seres humanos uma certa contenção da energia sexual para que não se perca na ‘horizontal’ aquilo que faz falta na vertical. Ou seja, devemos ‘sublimar’ e canalizar parte dessa preciosa energia para cima, para o cérebro (através da espinal-medula), a fim de desenvolver as capacidades adormecidas das glândulas pituitária/pineal ali situadas, atrofiadas, que quando despertas (pelo exercício da Meditação e Contemplação) dão ao ser humano a clarividêcia e visão do futuro, levando-o a atingir um certo estado de Iluminação
Os sexólogos falam de sexo, pois, ignorando toda esta questão, e por isso induzem em erro as pessoas que acabam desbaratando cada vez mais a preciosa energia da vida numa outra direcção, para baixo, perdendo na ‘horizontal’ aquilo que lhes faz falta na ‘vertical’.
O “Tantra-Yoga” (que muita gente confunde com técnicas de potenciação do prazer sensorial e maior virilidade sexual), ensina a perceber melhor as energias ‘kundalini’ (do Sexo) a um nível superior ou transcendental. Pode-se mesmo dizer que nesse nível, o sexo é a energia do “Espirito Santo”, através da qual se concebe a vida e poucos perceberam as palavras de Jesus Cristo que dizia: “o pecado contra o Filho do Homem será perdoado, mas o pecado contra o Espírito Santo não será perdoado...” por gerações, sendo certo que isso se verifica já nos milhões de seres humanos de todas as idades (homens, mulheres, crianças), atingidos pelo flagelo da SIDA (Sindrome da Imuno-Deficiência Adqirida), que surge como consequência do “contrário à natureza” (como S. Paulo dizia nas suas pregações) e cada um pode tirar daqui as suas próprias conclusões.
Mas não me desviando do tema inicial, é bom saber que muita gente carece ainda duma verdadeira Educação Sexual. Os pseudo entendidos no assunto até acham que devemos todos desfrutar livremente (levianamente talvez) das energias sexuais sem sabermos que ao malbaratarmos as nossas “quinta-essências” (o combustível da vida) elas farão falta ao nosso Ser não só em termos físicos mas também mentais e espirituais.
Por outro lado, a Sociedade Moderna até inventou uma droga (o ‘Viagra’) que ajuda a exaurir ainda mais o que resta do “quantum vital” do ser humano, especialmente nos idosos e adultos esgotados, obrigando o organismo a um esforço anormal pela excitação provocada no órgão genital.
Parece que por detrás de tudo isto andam aqueles que trabalham (consciente ou inconscientemente) para os poderes do “Anticristo”. Na verdade a crise de valores na nossa Sociedade é evidente e mostra bem em que medida se usa o sexo para destruir ou defraudar energias do corpo e da alma de tanta gente. Há até os que falam de 'magia sexual' recorrrendo a práticas orgiacas que fazem o homem descer a níveis inferiores e ficar prisioneiro do “baixo astral”. De resto já se banalizou e vulgarizou de tal modo a Sexualidade humana e a sua degeneração que vários países já oficializaram “casamentos gay” e outras coisas menos dignas que prenunciam ou precedem a queda da Civilização.
“Ai do mundo por causa dos escândalos” (dizia Jesus) e em torno do Sexo eles são cada vez mais comuns e usuais nos tempos actuais, sendo o pior de todos aqueles de estupro, violações infantis, sexo com animais (etc) que muitos sofrerão por esses e outros inúmeros “pecados mortais”....
Enfim, penso que o sexo na Actualidade presta-se ainda a muitas formas de perversão dos sentidos, explorando-se a energia da vida em práticas libinosas ou luxuriosas, confundindo-se o “Amai-vos e multiplicai-vos” com desejos e record’s de fornicação.
É preciso falarmos de sexo, mas noutra ordem...
Pausa para reflexão!
Rui Palmela
quinta-feira, 5 de março de 2009
SABER COMER É SABER VIVER!

VENCENDO A CRISE
Os egoismos, as doenças, a indiferença, a violência, a crueldade ou desumanidade no mundo, tudo seria bem melhor se as pessoas se alimentassem de forma correcta e verdadeira, de acordo com a sua condição de seres humanos.
Aliás, recordo as palavras de Albert Einstein que dizia: «A maneira vegetariana de viver, por seu efeito puramente físico no temperamento humano, exerceria uma influência benéfica sobre toda a Humanidade»... Palavra de cientista!
Também o grande pacifista e humanista do século XX, Mahatma Gandhi, dizia: “O grau de cultura e de civilização de um povo, conhece-se pela forma como se alimenta e trata os seus próprios animais”...
Curiosamente, hoje o Chefe do IPCC da ONU, Dr. Rajenda Pachauri, faz um apelo ao não consumo de carne para salvar o Planeta de mais destruição, fundamentando seu pedido com base em estudos sobre Economia e Politica Ambiental, além dos benefícios que isso traria a nível da saúde dos homens e mulheres do século actual.
A verdade é que já a própria Bíblia falava disso há milhares de anos, no Génesis da Criação, onde está escrito o tipo de alimento destinado ás espécies e em particular ao homem. No Capítulo 1:29, está escrito o seguinte:
“E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente (cereais, vegetais, leguminosas) que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore em que há fruto de árvore que dá semente (frutos diversos, oleaginosas) ser-vos-á para mantimento”.
Assim foi por muito tempo até que a espécie humana degenerou e aconteceu o Dilúvio, após o qual algumas espécies de animais podiam ser consumidas temporariamente até que tudo se restabelecesse e voltasse ao seu lugar, e o homem voltasse a produzir o seu alimento da terra tal como faz hoje.
Infelizmente grande parte da Humanidade viciou-se no consumo de carne (tal como outras coisas) e isso se tornou numa fonte de interesses económicos que levaram à Degradação do homem e sua forma de Civilização que sofre cada vez mais as consequências de sua degenerada forma de Alimentação. Esta é a verdade!
Por isso, há que voltar a viver de forma mais saudável e sustentável, além de que todos beneficiarão se fizerem uma alimentação vegetariana que além de ser mais económica para as familias, nestes tempo de Crise e Desemprego que o mundo atravessa, é seguramente a mais verdadeira que pode contribuir para um mundo mais pacífico e feliz.
Muito mais haveria para dizer sobre tudo isto, mas não me cabe agora dar lições de Culinária porque essa não é essa a minha função. Apenas afirmo que sou vegetariano há mais de 30 anos e sei que a alimentação do futuro vai ser essa (nem que seja pela força dos Acontecimentos) e seria bom que as pessoas começassem já a habituar-se à Nova Forma de Civilização.
Pausa para reflexão!
Rui Palmela
terça-feira, 3 de março de 2009
UM OUTRO MUNDO É POSSIVEL
De 27 de Janeiro a 1 de fevereiro de 2009, a cidade de Belém, no Brasil, foi palco da nona edição do Fórum Social Mundial. Um evento que contou com aproximadamente 100.000 inscritos, provindos de mais de 160 países.
Representantes de movimentos sociais, de tradições religiosas e espirituais, ONGs, intelectuais solidários, universitários, estudantes, cidadãos do mundo, todos estiveram unidos em confluência da mesma luta em prol da vida e de um mundo melhor.
Um mundo que comporte o sonho de todos os seres humanos dignos de alcançarem a sua verdadeira felicidade, respeitando também a vida de todas as criaturas da Terra que são alvo de destruição do homem que se tornou na pior espécie da Natureza e precisa mudar aqui e agora seu comportamento e sua forma de Civilização.
Dentre as tantas actividades realizadas durante o Fórum Social estavam as palestras proferidas pelo teólogo, professor e escritor Leonardo Boff. Num dos encontros, cujo tema era “Diálogos com os movimentos de Juventude pelo Meio Ambiente”, ele se reuniu especificamente com os jovens, estudantes, universitários, activistas, sonhadores, todos em busca de um outro mundo possível.
Ali se proferiram palavras de Sabedoria, de compaixão, falando sobre a crise financeira que assola o mundo e todos os problemas que afectam a Humanidade. Mais de 15 triliões de dólares foram evaporados em questão de poucos dias, levando consigo imensas corporações, grandes bancos e tradicionais fábricas, aumentando as frias estatísticas do Desemprego, a fome, a miséria, o desespero, as lágrimas. Uma crise que não assolou a periferia mas o coração do Império.
Lembrou-nos Leonardo Boff que as artimanhas subtis do poder capitalista procurarão se refazer. Dirão os politicos e economistas do sistema que o capitalismo vive de crises e que esta é mais uma crise cíclica. E tentarão nos empurrar mais do mesmo, mais consumo, mais conflitos, mais competividade e individualismo. Porém a crise actual é terminal e o desafio não é remediar o que não tem conserto, mas buscar novas alternativas.
Todo o sistema está falido e não voltará mais a ser o mesmo. A Sociedade tem de mudar seu curso de vida e dos comportamentos habituais. As novas ideias de sobrevivência têm de estar acima do meu emprego, o meu salário, a minha casa, o meu carro, a minha família...
Tudo tem de mudar com base numa Sociedade mais justa e equilibrada para todos, onde termine a competição, o acúmulo e a ostentação. As crianças e jovens têm de ser educadas a conjugar o verbo compartilhar e não apenas comprar, exibir ou desperdiçar.
Os bens materiais, não devem ser um fim mas apenas um meio necessário ao desenvolvimento da Sociedade que deve pautar-se, acima de tudo, pelos bens morais e espirituais e pelo respeito da Natureza e Ordem do Universo. Só assim o Mundo se tornará mais sustentável e seus recursos não se esgotarão nem se contaminarão como sucede no dia a dia presente.
Diz-se que o oposto do Amor não é o ódio mas a indiferença. E nisto se gastam fortunas em armas, guerras, conflitos mundiais e desperdícios alimentares e tudo o mais, enquanto persiste a pobreza, a fome, as desigualdades sociais. Como chegámos a este ponto?
A Crise é global, não é só financeira, mas sobretudo moral social e ambiental.
A falta de Solidariedade impera nas relações sociais uns com os outros e com a Mãe-Natureza. A ânsia pelo crescimento econômico dos povos e Nações, aliada ao consumismo compulsivo, resultou na delapidação sem precedentes do Mundo onde vivemos que já está dando sinais de estar doente, pois o consumo inconsequente aumentou o desperdício, a produção de lixo, e os impactos ambientais.
O desenvolvimento técnico-científico, dissociado da consciência ecológica, fez com que saqueássemos os recursos naturais numa escala sem precedentes e já sofremos os efeitos disso. A ruptura entre o trabalho e o cuidado fez com que o afã desmedido de produção se revertesse na ânsia incontida de dominação das forças da natureza e alterou-se seu equilibrio. É urgente restabelecê-lo!
Os limites do Capitalismo são os limites da Terra. Já não mais podemos prosseguir com a perversa lógica do capital, baseada no acúmulo e no desperdício: “Quem não tem quer; quem tem quer mais, e quem tem mais diz que nunca é suficiente.” Esta lógica tem de ser mudada e verdadeiramente orientada para o Bem Comum.
Os actuais padrões de extracção, produção e consumo, mostraram-se insustentáveis, ultrapassando as capacidades de reposição e regeneração do Planeta. A Terra está dando sinais inequívocos de que já não aguenta mais o actual projecto de exploração ilimitada aos seus recursos.
As crises financeira, climática, energética, alimentar e outras, - todas elas nos remetem para a crise do paradigma dominante da Sobrevivência com falta de Consciência ou de coerência.
Precisamos, pois, de um novo paradigma de Civilização porque o actual chegou ao fim e exauriu suas possibilidades. É preciso mudar de rumo! É preciso sobretudo recuperar a Cosmovisão da vida, a interculturalidade, o diálogo entre o chamado saber ocidental e o saber tradicional milenar oriental.
O ser humano deve cuidar da Terra e respeitá-la com senso e justiça e estética, não mais poluindo mares e oceanos e o ar que respiramos. A proteção à Natureza e sua diversidade e beleza é nosso dever sagrado.
Devemos lançar um novo olhar sobre a realidade e adoptar um novo paradigma de relacionamento com todos os seres. Somos todos interdependentes uns dos outros, coexistimos no mesmo Cosmos e na mesma Terra. O mesmo Sopro permeia toda a existência.
Hoje, mais do que nunca, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. E a vida é: Coexistir com respeito, cooperação e harmonia com os demais moradores deste pequeno planeta, - animais, vegetais, seres humanos.
Fica aqui pois o essencial, por minhas palavras, da Mensagem originada do Fórum Social Mundial. Um outro Mundo é possivel!
Rui Palmela
Nota: clicar na imagem acima
