
Pouca gente sabe que o primeiro caso de SIDA conhecido foi no ano de 1980 no norte-americano Gaetan Dugas, um homossexual atendente de vôo da companhia aérea Air Canada, a quem foi diagnosticada a doença. Dugas era um individuo notoriamente promíscuo que pelo que dizem fazia sexo com 250 parceiros por ano em “casas de banhos”.
Nesse ano, houve 41 casos de mortes nos Estados Unidos, confinadas à população homossexual, principalmente nas comunidades gay de Los Angeles e S.Francisco da Califórnia, tendo surgido também as primeiras vítimas de Hollywood (exemplo de Rock Hudson) e mais tarde tantas outras para grande surpresa dos que não suspeitavam sequer das tendências ou libinosidades sexuais de seus ídolos famosos.
A doença era conhecida na altura por “peste gay” e toda a gente julgava que apenas e só os homossexuais contraiam aquilo que mais tarde acabaria por se tornar num flagelo da Humanidade a partir da 2ª metade do século XX , com milhões de vítimas que aumentam no século XXI, cujas estatísticas englobam agora todas as classes de indivíduos, com particular relevo nos toxicodependentes e heterrossexuais, seguindo-se os bi e homossexuais.
É este o quadro geral da Sociedade Actual que paga um alto preço devido a comportamentos de ordem sexual que se degradaram e generalizaram a nível global e por alguma razão não diminui o número de pessoas infectadas apesar das campanhas de uso de preservativos por toda a parte e esclarecimentos gerais sobre a SIDA para a qual não há ainda cura conhecida.
De resto, a sua origem nada tem a ver com macacos de África, tal como dizem alguns cientistas norte-americano para justificar talvez os primeiros casos no seu país. Aliás, nem explicam sequer porque é que teria de surgir primeiro a doença nos homossexuais.
A explicação é outra, e, segundo me explicou um médico com quem conversei longamente sobre o assunto, a doença se deveu a comportamentos errados de ordem sexual que terminariam afectando as defesas imunológicas do organismo, devido ao esperma introduzido por via rectal e não vaginal como seria natural.
De resto, sabe-se que o esperma tem um efeito imuno-depressor quando em contacto directo com o sangue pelos intestinos ou rede hemorroidal, razão pela qual surgiu inicialmente nos indivíduos homossexuais que praticam sexo anal. Era isto talvez que S.Paulo se referia há mais de 2000 anos quando falava do “contrário á natureza”, avisando que algo surgiria um dia devido às concupiscências da carne ou promiscuidade sexual.
O “Sindrome da Imuno-Deficiências Adquirida” (SIDA), é assim hoje uma doença para a qual não há vacinas ou cura possivel por não ser causada por um ‘vírus’ (apesar de se classificar de HIV) e sim por outra coisa que tem a ver com comportamentos de risco que é preciso mudar completamente, esclarecendo-se as pessoas de que podem contrair o “Sindrome” da imuno-deficiência mesmo que não seja por contacto directo com pessoa infectada. Tudo depende do modo como praticam o acto sexual.
Cada um tire a sua sua conclusão.
Pausa para reflexão!
Rui Palmela
A doença era conhecida na altura por “peste gay” e toda a gente julgava que apenas e só os homossexuais contraiam aquilo que mais tarde acabaria por se tornar num flagelo da Humanidade a partir da 2ª metade do século XX , com milhões de vítimas que aumentam no século XXI, cujas estatísticas englobam agora todas as classes de indivíduos, com particular relevo nos toxicodependentes e heterrossexuais, seguindo-se os bi e homossexuais.
É este o quadro geral da Sociedade Actual que paga um alto preço devido a comportamentos de ordem sexual que se degradaram e generalizaram a nível global e por alguma razão não diminui o número de pessoas infectadas apesar das campanhas de uso de preservativos por toda a parte e esclarecimentos gerais sobre a SIDA para a qual não há ainda cura conhecida.
De resto, a sua origem nada tem a ver com macacos de África, tal como dizem alguns cientistas norte-americano para justificar talvez os primeiros casos no seu país. Aliás, nem explicam sequer porque é que teria de surgir primeiro a doença nos homossexuais.
A explicação é outra, e, segundo me explicou um médico com quem conversei longamente sobre o assunto, a doença se deveu a comportamentos errados de ordem sexual que terminariam afectando as defesas imunológicas do organismo, devido ao esperma introduzido por via rectal e não vaginal como seria natural.
De resto, sabe-se que o esperma tem um efeito imuno-depressor quando em contacto directo com o sangue pelos intestinos ou rede hemorroidal, razão pela qual surgiu inicialmente nos indivíduos homossexuais que praticam sexo anal. Era isto talvez que S.Paulo se referia há mais de 2000 anos quando falava do “contrário á natureza”, avisando que algo surgiria um dia devido às concupiscências da carne ou promiscuidade sexual.
O “Sindrome da Imuno-Deficiências Adquirida” (SIDA), é assim hoje uma doença para a qual não há vacinas ou cura possivel por não ser causada por um ‘vírus’ (apesar de se classificar de HIV) e sim por outra coisa que tem a ver com comportamentos de risco que é preciso mudar completamente, esclarecendo-se as pessoas de que podem contrair o “Sindrome” da imuno-deficiência mesmo que não seja por contacto directo com pessoa infectada. Tudo depende do modo como praticam o acto sexual.
Cada um tire a sua sua conclusão.
Pausa para reflexão!
Rui Palmela





