É verdade, todos sabemos isso, os 1ºs Ministros portugueses que falharam sua governação ocupam actualmente altos cargos europeus, a saber:
António Guterres, do P.S., demitiu-se do seu cargo de 1º Ministro em 2001 depois da derrota do seu partido nas eleições autárquicas desse ano, e hoje é o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.
Durão Barroso, do P.S.D., abandonou seu cargo de 1º Ministro em 2004 e saiu do país para ocupar o cargo de Presidente da Comissão Europeia onde se contra actualmente por ter sido reeleito em 2009 pelo Parlamento Europeu.
José Sócrates, 1º Ministro ainda em funções (para mal dos nossos pecados) é o pior de todos que já passaram pelos vários governos pós 25 de Abril de 1974, mas esse arma-se em santo no 'altar' do poder que está pondo o país num inferno, esperando talvez o melhor momento de sair quando tiver um lugar garantido na Europa para onde irá certamente quando lhe derem um ‘tacho’ maior tal como aos outros.
O mesmo sucederá decerto com todos os politicos que deixaram seus paises na ruina ou em sérias dificuldades, tal como Presidentes da República que nada fizeram pelo bem-estar de seu Povo nem impediram governos de governar mal.
É esta a classe politica priveligiada da chamada “Democracia” europeia do século actual que se protege a si mesma numa “Europa Comunitária” que é mãe para uns (os paises mais ricos e abastados) e madrasta para outros (os povos mais desfavorecidos e prejudicados).
Por fim todos descobrimos (aqui em Portugal) que fomos enganados com a adesão à “moeda única”, pois isso nos fez destruir todo o sistema produtivo do país (Industria, Agricultura e Pescas) e nos faz mendigar agora cada vez mais dinheiro ao estrangeiro a juros insustentáveis, ficando mais dependentes e endividados, seriamente prejudicados, com a decisão. Não seria melhor voltarmos ao que era?
Já agora, porque não se unem os 3 paises em maiores dificuldades (Grécia, Irlanda e Portugal) que sofrem a maior pressão dos “mercados” (bancos investidores) que não se compadecem com a situação e não estabelecem uma “Estratégia de Salvação”? Sempre ouvi dizer que “A união faz a força”...
Pausa para reflexão!
Rui Palmela









