quarta-feira, 20 de abril de 2011

OS LOUCOS DE LISBOA



Não, não vou falar da canção bem conhecida do grupo Ala dos Namorados mas sim dos principais loucos de Lisboa que levaram meu país ao estado duma crise sem precedentes que os portugueses vão ter que pagar por muitos anos pelos erros de políticos levianos que deviam ser responsabilizados perante a justiça tal como se faz com os criminosos que lesam pessoas duma Comunidade inteira sem pensar nas consequências de seus actos.

Essa é pelo menos a opinião de muita gente que acusa hoje o 1º Ministro José Sócrates e o Ministro das Finanças que tardaram em pedir ajuda financeira quando a taxa de juros estava baixa e agora ultrapassa em muito aquilo que Teixeira dos Santos tinha estabelecido para que Portugal recorresse ao FMI ou Banco Central Europeu.

Figuras públicas de relevo como Diogo Freitas do Amaral, Mário Soares e outros, além do povo português em geral (86% segundo sondagens no Jornal de Negócios), apontam dois principais responsáveis pelo estado em que o país se encontra e esses deviam ser julgados não só politicamente mas civil e criminalmente. O mal é isso nunca acontecer aos que estão no poder e prejudicam a Nação, voltando a recandidatar-se sempre que queiram crescendo a ideia de impunidade por falta de responsabilização.

Pior ainda é o facto de haver ainda total submissão por parte de um Partido (Socialista) que não reconhece no seu lider as culpas de que vem sendo acusado e o reelege por maioria em Congresso apesar dele ser o principal problema e nunca a solução. É caso para lembrar então o refrão da canção ... “São os loucos de Lisboa/ Que nos fazem duvidar/ Se a Terra gira ao contrário/ E os rios nascem no mar...

Rui Palmela

segunda-feira, 18 de abril de 2011

PORTUGAL PRECISA DUMA NOVA ORIENTAÇÃO!


Concordo com o FMI (que curiosamente tem um português como seu Director) quando sugere ao país a redução de salários elevados na F.P., reformas milionárias e subsidios principescos, devendo-se começar logo pelos gestores públicos que recebem em média mais 32% do que os americanos, mais 22,5% do que os franceses, mais 55% do que os finlandeses e mais 56,5 % do que os suecos, num país onde a maioria dos trabalhadores portugueses ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro.

Direi mesmo que se devia começar logo pela redução do número de Ministros, Secretários de Estado, Assessores, etc., e Deputados da Assembleia da República e também deviam ser reduzidas todas as suas regalias.

E mais se devia cobrar taxas ou imposto pelas grandes fortunas do país, pois os portugueses já estão bem sacrificados e não podem pagar mais sem que isso aumente os casos de pobreza e miséria no país que os governantes deviam saber gerir e serem os primeiros exemplos de moralização que infelizmente não se verifica!

Penso que está na hora dos portugueses exigirem que os politicos (da esquerda á direita) parem de falar tanto e se unam mais para encontrar uma verdadeira solução para os problemas da Nação que está perdendo credibilidade e incapacidade de se organizar para ultrapassar uma crise das piores desde a sua Fundação.

Portugal precisa reerguer-se de novo e cumprir sua verdadeira Missão no Mundo, aquela que Fernando Pessoa se referia quando dizia: “Cumpriram-se os mares, o Império de desfez; Senhor, falta cumprir-se Portugal”, o luseiro da Nova Era, o mensageiro duma Nova Civilização.

Isso está muito acima dos interesses partidários.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

sexta-feira, 15 de abril de 2011

UM POVO QUE NÃO SE GOVERNA NEM SE DEIXA GOVERNAR...



«Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um povo muito estranho que não se governa nem se deixa governar!»

Esta foi uma frase escrita por um general romano (Galba) que teria sido um dos primeiros governadores na península Ibérica que se referia aos lusitanos (os actuais portugueses) chefiados na altura por Viriato.

Essa frase pode ser aplicada hoje pelos ‘governadores’ da Europa Comunitária em que Portugal é membro com um governo gastador chefiado por José Sócrates. A diferença é que Viriato era visto e respeitado como um herói que lutava pelo seu povo enquanto José Sócrates julga-se um herói nacional que até hoje foi o pior governante e 1º Ministro de Portugal, mas diz que ainda está para nascer aquele que seja melhor que ele...

Enfim, apesar de sermos hoje um país cheio de dívidas, somos um povo gastador que ainda não se sabe governar e pedimos dinheiro ao estrangeiro sem sabermos como e quando iremos pagar, em vez de produzir mais e trabalhar. Mas para isso, defendem muitos, que temos de sair da zona Euro e recuperar nossos sistema produtivo (Industria, Agricultura e Pescas) e reduzir o número de feriados e ‘pontes’ que os prolongam, já que somos o país da Europa (ou do Mundo) com maior número de dias de descanso contrastando com a realidade de um país endividado até aos ossos, que gasta mais do que produz, não havendo também uma politica de poupança no cenário nacional.

Aliás, no ano passado, por exemplo (2010), em plena crise, os portugueses gastaram mais dinheiro do que no ano anterior, tendo mesmo acelerado a compra de carros novos no último trimestre enquanto na Europa descia ou diminuia... Isto nada teve a ver com melhoramento da nossa economia, mas sim falta de poupança porque o pensamento de muita gente é ter e gastar até poder ou não ter mais e pedir emprestado ficando a dever. Este é o drama de muitas familias (de classe baixa) que agora vivem mal devido ao Desemprego histórico em Portugal.

Por outro lado, existe também “uma burguesia média e média-alta citadinas para quem a máxima é gozar a vida, sem horizontes nem amanhãs. Parece que três deuses enchem por completo o coração desta gente: ter, prazer e poder. Valores? Que valores? Cada um que se safe! Egoístas até ao fundo, só pensam no seu próprio bem-estar, o resto é paisagem. E se pensarmos que é esta gente que, através de lobbys bem organizados e pouco ou nada transparentes, está por trás dos decisores políticos, económicos e jornalísticos, compreendemos que estamos bem entregues... A crise começa na ausência de valores e derivam daqui as muitas crises económicas e sociais”.

Concordo plenamente com este pensamento de alguém que tal como eu escreveu no seu Blog (Viriatus) onde entrei casualmente quando buscava algo na Internet que desse titulo ao meu artigo de hoje. E concordo ainda com a mesma pessoa quando diz que...

”Às vezes parecemos um povo infantil: só causas concretas e imediatas nos movem. Somos capazes de fazer uma manifestação porque na cantina de uma escola foi encontrada uma lagartixa na sopa (ou falta papel higiénico no WC), mas nunca nos movimentamos por valores éticos. Como é que um povo sente uma minoria de privilegiados a ganhar fortunas e não se revolta, quando no mesmo país há reformas de miséria que não dão sequer para os medicamentos?”

Isto não é dizer mal de Portugal nem dos portugueses, mas sim dos maus governos e governantes que não têm zelado pelo bem do país e de seu povo, nem tão pouco se sacrificam nas dificuldades e esbanjam dinheiros públicos que dariam para um melhor Estado Social e não pedir tantos sacrifícios aos outros, aos mesmos que já passam mal.

Entretanto, elegemos o melhor pastel de nata e muitos andam felizes com seus clubes campeões que ocupam a maior parte dos telejornais onde se fala tanto de futebol e onde a crise parece passar ao lado, ao mesmo tempo que os politicos não se entendem sobre a ajuda externa que está sendo preparada pelos técnicos do FMI, BCE e UE,  que estão no país para avaliar a situação.

Quem observa Portugal no momento actual, fica com a ideia de que o povo português parece estar desligado da realidade ou anda no mundo da lua despreocupado com o que se está a passar. Tal como dizia aquele general romano somos ainda aquele mesmo povo “que não se governa nem se deixa governar”...

Rui Palmela

terça-feira, 12 de abril de 2011

ESTAMOS FARTOS DE POLITICA E DOS POLITICOS



Cresce um sentimento generalizado de antipatia pelos politicos do meu país que se degladiam uns aos outros para chegar ao poder que tanto anseiam numa luta constante cheios de ambição, não olhando a meios para atingir seus fins, desiludindo ou decepcionando os que neles confiam e se sentem traidos pelas suas contradições, além de nunca ninguém ser responsabilizado pelas crises da má gestão dos dinheiros públicos a ponto de um endividamento externo e um défice orçamental que obriga a muitos sacrifícios e austeridade do povo que nunca é poupado e sim eles próprios que já não têm vergonha nem dignidade porque tudo vale para continuarem no poder onde são incapazes de dar bom rumo a esta pequena mas nobre Nação.

Mas se há males que vêm por bem, talvez os portugueses aprendam agora a escolher melhor os politicos que querem sempre governar, sendo verdade que “cada povo tem o governo que merece” e só à custa de muita desilusão se desperta para uma realidade que obriga a viver de forma mais consciente e coerente e não confiar tanto nos que têm arte de discursar e há muito que nos andam a enganar. Os mais sérios e honestos, esses acabam sendo medidos pela mesma bitola porque pertencem a uma classe cada vez mais mal vista e detestada pelo povo que está cansado de a suportar.

De resto, já dizia o grande escritor português Guerra Junqueiro sobre a classe politica do seu tempo o seguinte:

... ”Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida intima, descambam na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia (...) donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis (...)”

Concluia o escritor que eles, os politicos, governam com “Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do pais, e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre, - como da roda duma lotaria”.

Terminando por dizer que... ”A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas; Dois partidos (esquerda ou direita), sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero e não se amalgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento - de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar..." (in "Pátria", 1896)

Mais actualizadas estas palavras não podiam estar no século actual por tudo o que se passa em Portugal.

Enfim, penso que está na hora do povo português acordar e tomar os destinos em suas mãos unindo-se nas dificuldades e não se deixarem dividir tanto pelos politicos, quer estejam no poder ou na Oposição. É esse o meu voto de cidadão.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela



sexta-feira, 8 de abril de 2011

PAIS REAL OU VIRTUAL?



Hoje quero falar de algo que não posso calar dentro de mim face ao país onde vivo e que está atravessando uma grave crise nacional que os responsáveis do poder não souberam evitar, antes nos andaram a enganar.

Ainda hoje, no momento em estou escrevendo este artigo, decorre um congresso do partido do governo (o P.S.) onde seu líder José Sócrates é aplaudido pelos militantes e amigos elogiando seu mandato de 1º Ministro demissionário que levou o país ao pior endividamento de sua história e uma taxa de Desemprego de que não há memória, sendo essa a realidade que se vai mostrando num canal de televisão (a SIC) que fez uma reportagem sobre a miséria e pobreza do país (real) com tanta gente a passar mal.

Não, não  falo dos que ainda podem viajar até ao Algarve e enchem hotéis que felizmente vão facturando e sobrevivendo à custa de algumas promoções. Falo daqueles (da própria classe média) que recorrem a instituições pedindo ajuda para comer e pagar suas dividas (àgua, luz, gás) muitos sendo expulsos de suas casas por já não conseguirem pagar a mensalidade ao banco, e os idosos que deixam suas magras pensões nas farmácias que vão fiando até onde podem e os que ficam internados nos hospitais por não terem condições para viver em casa, etc. E as muitas crianças que passam fome, comendo só a refeição do dia que dão na escola... Enfim, é esta a realidade que falo do meu país!

Enquanto isso, o chefe do governo socialista sempre negou que o país estivesse tão negro assim e o pintou cor-de-rosa, fazendo vivermos num país virtual cada vez mais adiado por estar empenhado até aos ossos carecendo agora de uma ajuda externa (do FMI) cujo pedido foi formalizado em 7-4-2011 por aquele mesmo José Sócrates que sempre negou que fosse preciso por arrogância politica de seu desgoverno e só o decidiu tardiamente por Portugal se encontrar à beira da insolvência (bancarrota).

Pior ainda é haver quem acredite nele apesar de já ser conhecido por “mentiroso compulsivo” e o povo saber que se tornou num “animal politico” perigoso, vaidoso, prepotente, arrogante e impulsivo, incapaz de reconhecer seus erros e negar tudo o que vem sendo acusado e devia ser responsabilizado.

Mas não, a Constituição é omissa sobre uma lei que penalize os governantes de Portugal que governam mal e por isso eles revezam-se entre si no quadro de apoios politico/partidários onde se protegem no poder, legislando a seu favor, rodeados por amigos e parentes que promovem para cargos públicos ou instituições onde se mantêm distantes das crises e dos reais problemas das populações.

Em tudo isto vejo descontentamento geral dos cidadãos angustiados e revoltados que falam contra os politicos da Nação que não gozam de boa fama por venderem sonhos ás pessoas que se tornaram em pesadelos e autêntica desilusão. Não têm vergonha e todo o mundo é seu, voltando a ser candidatos ao poder onde sairá mais uma fornada nas próximas eleições.

Fica aqui mais esta dissertação,

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

quinta-feira, 7 de abril de 2011

BURACO DO OZONO AUMENTA SOBRE O ARTICO

A questão das alterações climáticas provocadas pelo homem do século actual com a libertação na atmosfera de gases de efeito de estufa, estão causando o maior ‘buraco’ na camada do Ozono que já atinge um valor máximo histórico de percas de 60%, segundo fonte noticiosa em vários canais de televisão neste mês de Abril/2011.

O problema grave é que essa 'brecha'  no filtro solar protector da na camada superior da Atmosfera,  se situa mesmo por cima do Ártico onde os degelos se intensificam cada vez mais nos últimos anos  devido ao "Aquecimento Global", aumentando assim o nivel das águas do mar que podem invadir cidades e paises litoranios que poderão ficar submersos em várias partes do mundo. Isso mesmo já afirmam os cientistas que vão alertando os governos para a situação a fim de que se tomem medidas preventivas e se evite o pior do que pode suceder à grande parte (ou maioria)  da  população no planeta.

Lembro de resto as palavras de Jesus Cristo que dizia que viriam “dias de Noé” (como no tempo do Dilúvio) num tempo em que a Humanidade atingisse um tal estado de Degradação que sofreria as consequências dos comportamentos contrários à Natureza que vai reagindo e decerto causará no mundo dos homens muita dor e aflição,  porquanto é certo que "virão dias de grande atribulação”!

Enquanto isso, os homens continuam fazendo “olhos cegos” e “ouvidos moucos” e se preocupam mais com as questões económicas, o défice orçamental, as cotações da bolsa, os juros da divida, o aumento de produtividade, etc., enquanto outros especulam com o sistema financeiro para ganhar mais dinheiro, para nada servindo tudo isso nos dias em que a Terra começar a se ajustar em toda a estrutura e dimensão recuperando o equlibrio cada vez mais afectado e alterado  pela nossa Civilização.

Portanto, estejamos atentos aos 'sinais' dos tempos que já estão sendo observados e não podem ser descurados, pelo que nos devemos preparar para acontecimentos que vão mudar a face do Mundo tal como o conhecemos mas os homens nada enxergam para além do que  tiram e exploram de suas entranhas (ouro, diamantes, ferro, cobre, petróleo, etc.) cujas riquezas movem a Sociedade do Progresso Material que ainda não despertou também para o  essencial e sucumbirá certamente no meio de catástrofes e calamidades que eclodirão no século actual, tal como foram previstas pelos profetas de antanho que nossos cientistas começam a dar razão.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

terça-feira, 5 de abril de 2011

FUKUSHIMA PIOR DO QUE CHERNOBYL?



Na AFP.com Noticiário Internacional, vem uma publicação de 1 de Abril 2011 onde se diz que:

"A catástrofe nuclear de Fukushima no Japão é bem pior que a de Chernobyl de 1986 na Ucrânia, estimou uma especialista russa em energia atômica. Chernobyl foi como a explosão de uma "bomba suja".

A nova bomba suja é Fukushima, e ela vai custar ainda mais caro em termos humanos e econômicos, advertiu Natalia Mironova, engenheira especializada em termodinâmica que se tornou uma das principais adversárias da energia nuclear em seu país após a tragédia de 1986.

"Fukushima é bem pior que Chernobyl", declarou ela à imprensa, estimando que o acidente nuclear japonês poderia ultrapassar o da central soviética em escala internacional. No nível "sete", o acidente de Chernobyl, considerado o mais grave da história da energia nuclear civil, está no auge desta escala internacional de acontecimentos nucleares e radiológicos. "Chernobyl estava no nível sete e não havia um só reator acidentado;  a catástrofe durou duas semanas". Em Fukushima, "nós já estamos há três semanas e quatro reatores estão num estado muito perigoso", acrescentou Mironova.


MEU COMENTÁRIO:

Segundo os noticiários que acompanho sobre este assunto, o nível de radiactividade que já existe nas águas do mar junto à Central é de milhares de vezes superior ao 'normal e nuvens perigosas de radiações na atmosfera já chegaram à Europa, mostrando a incapacidade da ciência e tecnologia dos homens em deter mais este grave desastre ambiental no século actual.

Por outro lado, verifico também que há uma certa desculpabilização face ao sucedido apesar da Agência de Energia Atómica Internacional ter alertado o governo japonês há uns anos atrás para as fragilidades que se verificaram na Central Nuclear que agora não resistiu ao forte terramoto de 9.0 no país, seguido de tsunami.

E assim vai o homem do século XX - XXI tão imprudente naquilo que criou sem pensar nas consequências futuras que terminam sempre em tragédias para a Humanidade. Este é um exemplo disso. Imaginemos o que poderá suceder se outras centrais nucleares espalhadas pelo mundo forem atingidas e ficarem acidentadas por sismos de grande magnitude que se prevêm venham a acontecer. 

De nada serve tanta Ciência enquanto não houver uma verdadeira Consciência! A Terra está reagindo ás agressões sistemáticas do homem à Natureza e esta penaliza a Humanidade que vai passar por "tempos dificeis" que há muito foram previstos para a Actualidade. O homem tem de alterar sua marcha de condenação com esta forma de Civilização que precisa sim de sofrer uma grande e necessária Transformação.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

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