Há mais de 2000 anos o homem mais sábio do Planeta dizia: “Trabalhai, não pela comida que perece mas pela que permanece para a vida eterna”... exprimindo assim seu pensamento de que a Humanidade deve construir seu futuro com base no Amor e na Verdade e não naquilo que é efémero e tem desviado o ser humano dos caminhos da Luz e da Eternidade.
Numa das muitas palestras de Jan Val Ellam, pseudónimo de Rogério Almeida Freitas (um cidadão brasileiro de 52 anos de idade que aborda vários temas sobre Cidadania Planetária, Ecumenismo, Universalismo, Desenvolvimento Global auto-sustentável, etc., reunindo conhecimentos de diversas fontes que se relacionam com nossas origens extraterrestes e integração no Cosmos), ele afirma que desde o ano de 1989 se iniciou um processo na Terra em que quando alguém desencarna, a sua “temperatura espiritual” já está sendo medida, e, com base nisso, a alma prossegue para outros cantos do Universo ou fica preparando seu “atestado de matrícula” para continuar no mesmo Mundo já melhorado num futuro próximo, pois segundo ele todos os que nascerem agora até ao ano 2050 terão que ser espíritos mais evoluidos, tendentes ao bem e ao amor. Todos os que não tiverem essas características não encarnarão mais neste Planeta!
Portanto, importa trabalharmos todos nesse sentido se quisermos fazer nossa integração no Novo Mundo, mais justo e humano, onde o verdadeiro trabalho não carece de qualquer remuneração e todos terão o seu “direito de berço” garantido para viver condignamente na Nova Civilização. Direi mesmo que a Crise que o mundo atravessa hoje é necessária para que muitos despertem e entendam que não há saída possivel a não ser por um novo modelo de Sociedade, com mais amor e mais verdade, sem mais egoismo ou desigualdade social, onde vivam em paz e união, sem mais ganância ou ambição, pois esse tem sido o caminho errado que temos trilhado numa Sociedade prestes a cair pela sua própria Degeneração.
De nada adianta agora o poder e o dinheiro dos paises mais ricos face ás dificuldades dos paises mais pobres, pois todos estão no mesmo barco que navega por águas tormentosas dos tempos que vivemos e nenhum está a salvo se não unirem esforços nas horas difíceis que o mundo atravessa e onde ainda se pode evitar o naufrágio da Humanidade. Todos Somos Um e devemos trabalhar para o bem comum, do modo que sabemos e podemos, corrigindo tudo o que está mal em nossas vidas para sermos parte da Nova Era Universal. Isso nada tem a ver com uma nova Religião mas sim com uma nova doutrina do Coração!
Compreendo de resto as palavras de Jan Val Ellam, exprimindo sua ideia de que não adianta andar mais correndo para esta ou aquela Igreja, este ou aquele partido, se não tiver o mais importante dentro de si mesmo, dentro do seu próprio coração. Como ele mesmo diz:
“Nada disso tem importância. Comungar, tomar passe, beber água fluidificada, pagar dízimo, nada disso tem importância... Se alguém vai para uma missa católica firmemente convicto de que está fazendo o melhor e vai receber a hóstia na hora da comunhão, não tenhamos dúvida que, onde Jesus estiver, faz com que ele receba as bênçãos. Depende da pureza de quem vai comungar, não depende do padre que vai dar a comunhão. Se alguém está voltado para Meca com o mínimo de decência na sua alma, achando que aquilo é a fórmula que ele tem de cultuar a seu Deus, então o Pai, Alá, abençoa aquele filho que está tentando amá-lo, homenageando-o dentro de seu padrão de conduta cultural. Mas se ele não tiver amor, não adianta nada disso, porque é a única coisa que a gente carrega daqui quando se sai desta vida”...
Portanto, importa mesmo é trabalhar pelo que permanece para a vida eterna e não pelo fica ou perece em nossa vida efémera. Aqui devemos sim é todos, sem excepção, trabalhar para o bem comum, contribuindo para um mundo mais justo e verdadeiro, onde haja Paz e União, amando e respeitando a vida de todos os seres da Criação. É desse modo que faremos um Mundo Novo sem mais guerras, doenças ou sofrimentos, trazendo o céu à Terra, após esta passar pela necessária Transformação.
Pausa para reflexão!
Rui Palmela