Safira é uma menina que adoeceu de um cancro renal aos 4 anos de idade e foi sujeita a tratamentos da Medicina Convencional que impuseram aos pais a lógica dos protocolos legais que obrigam a fazer quimioterapia por processos judiciais que ameaçavam retirar a menina dos seus progenitores caso não aceitassem as determinacões da Alopatia que se sobrepõe arrogantemente à Homeopatia ou tratamentos naturais.
Assisti à grande reportagem da SIC no dia 30-10-2011 que contou toda história que permitiu confrontar realidades e saber verdades que deveriam ser conhecidas e amplamente divulgadas para que se entenda que há métodos alternativos de tratamentos contra o cancro menos agressivos e com maior probalidade de cura do que os métodos convencionais (há factos que comprovam isso).
Pude constatar o grande preconceito ou mesmo arrogância e até prepotência por parte daqueles que se julgam com mais competência para lidar com as doenças oncológicas, apoiando-se em teses cientificas nem sempre comprováveis e sim manipuláveis, rejeitando tudo o que é diferente ou não se enquadra na Medicina Convencional que parece ser uma ditadura, mais do que um Monopólio, em Portugal.
Urge por isso alterar a situação de modo a permitir que as pessoas escolham livremente qual a Medicina que preferem para tratar a sua saúde ou de seus filhos sem estes correrem o risco de serem retirados de seus pais que não concordam com tratamentos perigosos que lhes pode causar a morte.
Felizmente tudo acabou em bem no caso da menina que sobreviveu ao cancro, mas o mesmo não sucede com tantas outras crianças que não têm a mesma sorte ou pais tão esclarecidos e responsáveis como os de Safira.
Fica aqui esta história de uma familia que lutou corajosamente contra o domínio de um sistema que se impõe à vontade de muitos que esperam um dia ver aprovado em Portugal o diploma das Medicinas Alternativas que a própria Ordem dos Médicos tem rejeitado e até faz uma forte oposição contra a sua aprovação.
Porque não perguntar aos portugueses em Referendo?
Pausa para reflexão!
Rui Palmela


