sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

TUDO VALE EM NOME DO NATAL...





Óbidos, uma vila de Portugal que nesta altura do ano é classificada também de “Vila Natal”, foi inaugurado recentemente  um bar de 24 metros quadrados e 400 blocos de gelo com uma temperatura ambiente de 4 ou 5º negativos, onde os clientes (inclusive crianças) bebem sua bebida favorita em copos de gelo (que presumo seja sumo de laranja) em vez de chavenas de chá quente. Porém os adultos consomem bebida forte (Vodka e Ginjinha) para se ‘aquecerem’ lá dentro...

É mais uma forma ardilosa de aliciar e iniciar muitos jovens no consumo de bebidas alcoólicas no meu país que está classificado como o 3º no mundo com o problema do Alcoolismo.

Tudo vale em nome do Natal...

Rui Palmela

domingo, 4 de dezembro de 2011

OS NAUFRAGADOS DE CAXINAS




Foram recebidos com muita alegria os 6 pescadores de Caxinas que tinham desaparecido durante 3 dias e já não havia quaisquer esperanças de serem encontrados vivos depois do barco “Virgem do Sameiro” ter desaparecido ou deixado de contactar em alto mar.

Uma busca aérea feita pelas autoridades portuguesas finalmete foi bem sucedida ao fim de 72 horas em que foram encontrados à deriva numa balsa donde foram salvos por um helicóptero que os localizou a 12 milhas ou cerca de 22 Km do Cabo Mondego, tendo seguido para o hospital de Leiria onde apenas um ficou internado devido ao seu estado de saúde.

Os familiares e amigos festejaram com alegria o desfecho deste trágico acontecimento de um naufrágio que podia ter sido pior.

Curiosamente os 6 pescadores falam que viram golfinhos que os acompanharam durante essas longas horas à deriva pelo mar e quiçá os ajudaram a aproximar-se da costa portuguesa onde seriam encontrados... Isso faz-me lembrar várias outras histórias  com essas maravilhosas criaturas aquáticas que ajudaram homens naufragados e pescadores em  dificuldades. Aliás, uma vez aconteceu com meu próprio filho no Rio Sado quando seu barco de recreio avariou e ficou à deriva, tendo surgido um golfinho roaz que o levou até à margem...

Mas voltando aos pescadores de Caxinas, achei interessante também o facto de dizerem que rezaram muito à “Nª Srª de Fátima” pedindo ajuda nessas horas de aflição e sentem que foram salvos devido a ela que os protegeu até serem encontrados ao 3 º dia quando já estavam desesperados.

Fica aqui esta história que acabou em bem e cada um tire sua própria conclusão.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

sábado, 3 de dezembro de 2011

CARTA ABERTA DE UM CIDADÃO ALEMÃO E RESPOSTA DE UM CIDADÃO GREGO



Um cidadão alemão escreveu uma “carta aberta” aos gregos, censurando-os pelas suas dívidas e seu modo de vida. E um grego de nome Georgios P. Psomas respondeu-lhe de imediato pondo os pontos nos iis.

As cartas foram publicadas na revista Stern e datam desde o ano 2010. Merecem ser lidas, sobretudo por todos aqueles que têm tratado os gregos como culpados da Crise na Zona Euro.

Carta do cidadão alemão:
“Caros gregos,

Desde 1981 pertencemos à mesma família.
Nós, os alemães, contribuímos como ninguém mais para um Fundo comum, com mais de 200 mil milhões de euros, enquanto a Grécia recebeu cerca de 100 mil milhões dessa verba, ou seja a maior parcela per capita de qualquer outro povo da U.E.

Nunca nenhum povo até agora ajudou tanto outro povo e durante tanto tempo. Vocês são, sinceramente, os amigos mais caros que nós temos.

O caso é que não só se enganam a vocês mesmos, como nos enganam a nós. No essencial, vocês nunca mostraram ser merecedores do nosso Euro. Desde a sua incorporação como moeda da Grécia, nunca conseguiram, até agora, cumprir os critérios de estabilidade. Dentro da U.E., são o povo que mais gasta em bens de consumo.

Vocês descobriram a democracia, por isso devem saber que se governa através da vontade do povo, que é, no fundo, quem tem a responsabilidade. Não digam, por isso, que só os políticos têm a responsabilidade do desastre. Ninguém vos obrigou a durante anos fugir aos impostos, a opor-se a qualquer política coerente para reduzir os gastos públicos e ninguém vos obrigou a eleger os governantes que têm tido e têm.

Os gregos são quem nos mostrou o caminho da Democracia, da Filosofia e dos primeiros conhecimentos da Economia Nacional.

Mas, agora, mostram-nos um caminho errado. E chegaram onde chegaram, não vão mais adiante!!!
Walter Wuelleenweber

Resposta do cidadão Grego

“Caro Walter,

Chamo-me Georgios Psomás. Sou funcionário público e não “empregado público” como, depreciativamente, como insulto, se referem a nós os meus compatriotas e os teus compatriotas.

O meu salário é de 1.000 euros. Por mês, hem!… não vás pensar que por dia, como te querem fazer crer no teu País. Repara que ganho um número que nem sequer é inferior em 1.000 euros ao teu, que é de vários milhares.

Desde 1981, tens razão, estamos na mesma família. Só que nós vos concedemos, em exclusividade, um montão de privilégios, como serem os principais fornecedores do povo grego de tecnologia, armas, infraestruturas (duas autoestradas e dois aeroportos internacionais), telecomunicações, produtos de consumo, automóveis, etc.. Se me esqueço de alguma coisa, desculpa. Chamo-te a atenção para o facto de sermos, dentro da U.E., os maiores importadores de produtos de consumo que são fabricados nas fábricas alemãs.

A verdade é que não responsabilizamos apenas os nossos políticos pelo desastre da Grécia. Para ele contribuíram muito algumas grandes empresas alemãs, as que pagaram enormes “comissões” aos nossos políticos para terem contratos, para nos venderem de tudo, e uns quantos submarinos fora de uso, que postos no mar, continuam tombados de costas para o ar.

Sei que ainda não dás crédito ao que te escrevo. Tem paciência, espera, lê toda a carta, e se não conseguir convencer-te, autorizo-te a que me expulses da Eurozona, esse lugar de VERDADE, de PROSPERIDADE, da JUSTIÇA e do CORRECTO.

Estimado Walter,

Passou mais de meio século desde que a 2ª Guerra Mundial terminou. QUER DIZER MAIS DE 50 ANOS desde a época em que a Alemanha deveria ter saldado as suas obrigações para com a Grécia.

Estas dívidas, QUE SÓ A ALEMANHA até agora resiste a saldar com a Grécia (Bulgária e Roménia cumpriram, ao pagar as indemnizações estipuladas), e que consistem em:

1. Uma dívida de 80 milhões de marcos alemães por indemnizações, que ficou por pagar da 1ª Guerra Mundial;

2. Dívidas por diferenças de clearing, no período entre-guerras, que ascendem hoje a 593.873.000 dólares EUA.

3. Os empréstimos em obrigações que contraíu o III Reich em nome da Grécia, na ocupação alemã, que ascendem a 3,5 mil milhões de dólares durante todo o período de ocupação.

4. As reparações que deve a Alemanha à Grécia, pelas confiscações, perseguições, execuções e destruições de povoações inteiras, estradas, pontes, linhas férreas, portos, produto do III Reich, e que, segundo o determinado pelos tribunais aliados, ascende a 7,1 mil milhões de dólares, dos quais a Grécia não viu sequer uma nota.

5. As imensuráveis reparações da Alemanha pela morte de 1.125.960 gregos (38,960 executados, 12 mil mortos como dano colateral, 70 mil mortos em combate, 105 mil mortos em campos de concentração na Alemanha, 600 mil mortos de fome, etc., etc.).

6. A tremenda e imensurável ofensa moral provocada ao povo grego e aos ideais humanísticos da cultura grega.

Amigo Walter, sei que não te deve agradar nada o que escrevo. Lamento-o. Mas mais me magoa o que a Alemanha quer fazer comigo e com os meus compatriotas.

Amigo Walter: na Grécia laboram 130 empresas alemãs, entre as quais se incluem todos os colossos da indústria do teu País, as quais têm lucros anuais de 6,5 mil milhões de euros. Muito em breve, se as coisas continuarem assim, não poderei comprar mais produtos alemães porque cada vez tenho menos dinheiro. Eu e os meus compatriotas crescemos sempre com privações, vamos aguentar, não tenhas problema. Podemos viver sem BMW, sem Mercedes, sem Opel, sem Skoda. Deixaremos de comprar produtos do Lidl, do Praktiker, da IKEA.

Mas vocês, Walter, como se vão arranjar com os desempregados que esta situação criará, que por aí vos vai obrigar a baixar o seu nível de vida, perder os seus carros de luxo, as suas férias no estrangeiro, as suas excursões sexuais à Tailândia? Vocês (alemães, suecos, holandeses, e restantes “compatriotas” da Eurozona) pretendem que saíamos da Europa, da Eurozona e não sei mais de onde.

Creio firmemente que devemos fazê-lo, para nos salvarmos de uma União que é um bando de especuladores financeiros, uma equipa em que só jogamos se consumirmos os produtos que vocês oferecem: empréstimos, bens industriais, bens de consumo, obras faraónicas, etc.

E, finalmente, Walter, devemos “acertar” um outro ponto importante, já que vocês também são devedores da Grécia:

EXIGIMOS QUE NOS DEVOLVAM A CIVILIZAÇÃO QUE NOS ROUBARAM!!!

Queremos de volta à Grécia as imortais obras dos nossos antepassados, que estão guardadas nos museus de Berlim, de Munique, de Paris, de Roma e de Londres. E EXIJO QUE SEJA AGORA!! Já que posso morrer de fome, quero morrer ao lado das obras dos meus antepassados.

Cordialmente,

Georgios Psomás






sábado, 26 de novembro de 2011

ALOPATIA OU HOMEOPATIA?



Não há médicos perfeitos nem a Medicina Convencional é eficaz  no tratamento das doenças que nenhuma base cientifica pode oferecer segurança absoluta.

Começo assim este meu artigo a propósito do caso de Safira, a menina de 11 anos que aos 4 tinha um cancro renal e os pais sofreram com a ditadura da Medicina Convencional que obriga a fazer tratamentos considerados únicos para ‘salvar’ a vida (ou acelerar a morte dos doentes) rejeitando outros alternativos que por serem diferentes não são reconhecidos (ainda) oficialmente em Portugal, contrariamente ao que já acontece em vários paises da Europa civilizada onde a Homeopatia tem seu próprio espaço. 

Na grande reportagem feita pela SIC, o país ficou conhecendo a verdade de factos que devem ser analisados e discutidos abertamente em prol da saúde pública e liberdade dos portugueses em escolher tratamentos não convencionais se o desejarem, desde que haja a devida informação que infelizmente tem sido sonegada por interesses inconfessáveis dos que dominam  e se julgam no direito de limitar ou condicionar os cidadãos à Medicina Oficial, tal como fizeram com os pais de Safira que tiveram a coragem de enfrentar o ‘sistema’ e mostrar que havia outros meios de combater a doença da menina por processos naturais, tendo de sair do país para não lhe tirarem a filha segundo ameaças judiciais.

Decepcionou-me por fim as opiniões do Dr. Gentil Martins, médico cirurgião de grande reputação que respeito pela sua honrosa profissão, mas tal como o director clínico do IPO mostraram ambos profundo desconhecimento (ou preconceito) sobre o que se pode fazer através da Homeopatia quando se confia nos seus métodos menos agressivos, diferentes da Quimioterapia que agrava muitas vezes o estado de saude dos doentes (podendo acelerar a morte na maior parte dos casos) quando são sujeitos a esse tratamento. 

De resto, há provas e testemunhos mais do que suficientes de pessoas que estavam desenganadas pela Medicina Convencional  e encontraram a cura de suas doenças pela Medicina Natural. A Safira é mais um caso que se pode juntar a tantos outros que são conhecidos mas não interessam à Medicina Oficial.

Lembro especialmente o caso do Dr. Anthony Satillaro, médico norte-americano que tinha um cancro maligno na próstata e já estava desenganado pela Medicina Convencional que lhe dava apenas 6 meses de vida. O dito médico, Director de uma clinica ou hospital privado em Filadélfia, acabou por ser tratado e curado pelo Prof. Mishio Kushi da Macrobiótica. Ele contou depois toda a experiência vivida em seu livro “Recalled by Life” onde publicou toda a história devidamente documentada. Este médico chegou mesmo a vir a Portugal na companhia do Prof. Kushi para dar testemunho de seu caso numa  palestra na Fundação Gulbenkian que se realizou por volta de 1983. Na altura foram feitos convites a várias entidades oficiais para estarem presentes, nomeadamente o Instituto Português de Oncologia (IPO), a Ordem dos Médicos, Hospital de Stª Maria, etc. e NINGUÉM compareceu. Isto é muito elucidativo! Que verdades temem conhecer?

Por outro lado, o próprio Dr. Indiveri Colucci, médico italiano que trabalhou muitos anos em Portugal e fez curas milagrosas pela Naturoptia na sua clínica em Paço de Arcos - Lisboa, foi muito incomodado e perseguido pela Ordem dos Médicos que tudo fazia para que ele não exercesse a medicina no país e queriam fechar-lhe a clínica, processando-o em Tribunal. Porém, valeram-lhe todas as provas e testemunhos dados pelas pessoas que se curaram pelos seus métodos, muitas delas já  desenganadas pela Medicina Convencional.

O dr. Colucci faleceu com 108 anos de idade, tendo trabalhado até essa altura, prestando um grande serviço de Saúde a milhares de pessoas no nosso país, merecendo por isso uma justa homenagem que nunca lhe foi feita.  Faço-a eu recordando-o aqui neste texto, pois muitos desconhecem quem foi esse brilhante médico naturista cujo sonho era ver oficializada a Medicina Natural em Portugal e criar uma  Escola de Naturopatia que nunca chegou a ver concretizado.


Rui Palmela

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

COCA-COLA, A "BEBIDA SUJA" QUE TANTOS BEBEM



Tendo se tornado numa bebida familiar que milhões de pessoas bebem em todo o mundo, até o Pai Natal,  seria bom que todos conhecessem sua nocividade apesar da aparente inofensividade, pois esconde aquilo que não se divulga pela grande publicidade.

Assim, repasso aqui um texto de alguém (no bom estilo brasileiro) que escreveu sobre a Coca-Cola o seguinte:

...“Tire a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata) e você verá que  fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha e porcaria, adocicado e enjoado.

É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser "very low sodium") que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de "açúcar" (sacarose).

É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de CC, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro... isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA !...

- Fórmula da COCA-COLA ?...

Simples: Concentrado de Açúcar queimado - Caramelo - para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose - açúcar (HFCS- High Fructose Corn Syrup - açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração.

O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico"chupa" todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.).

Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão... (claro, se tirar, a CC ficará com gosto de sabão).

O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque legalmente tem que estar (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto.

O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão!

Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada.

Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei)... O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semi-polímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate.

O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria CC. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificação em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr. Pepper que vende muito por aqui.

- Refrigerante DIET

Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc... (Para quem não sabe, a Coca-Cola serve até para desenferrujar ou desentupir radiadores de automóveis).


Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O Aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo. Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar 'buffer' (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar "edge" no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai... a lista é enorme.

Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar:

Sabe qual é o melhor refrigerante?

Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo, mais nada, nem açúcar nem sal”.

Concordo e assino por baixo.

Rui Palmela

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ELES ESTÃO VIVOS...



Seja por simples crença ou tradição, as pessoas sentem que seus entes queridos falecidos (familiares ou amigos) estão vivos noutra dimensão e decerto presenceiam o que se passa nos cemitérios onde milhares de pessoas  ocorrem no "Dia de Finados" ou de "Todos os Santos"  colocando flores em suas sepulturas onde jazem seus corpos apodrecidos e outros vendo seus nomes nos jazigos.

O povo sabe isso por intuição e continua visitando as campas ou lugares onde foram enterrados seus entes queridos sentindo que eles estão ali presentes quando estabelecem com eles uma certa ligação pelo pensamento e sentimento de seu coração.

A verdade é que a morte nada mais é do que a passagem para a “outra margem” onde a vida continua sem se perder a consciência ou a memória do que somos e fizemos aqui neste mundo em todo o percurso da nossa história.

Vitor Hugo (o grande escritor francês do século 19) dizia mesmo que: “Quando eu tiver atravessado o túmulo para ir ao encontro de uma outra luz, serei sempre a mesma  alma e terei uma nova vida como a floresta várias vezes abatida!”  E concluia seu pensamento dizendo: “O corpo não é mais do que o ‘fato de viagem’ da alma. Muda-se de roupagem no túmulo. O sepulcro é o vestiário do céu”...

O grande escritor dizia ainda em sua vida o seguinte: “Há bem meio século que escrevo o meu pensamento em prosa e em verso: história, filosofia, drama, romance, lenda, sátira, ode, canção, etc., mas sinto que não disse ainda a milésima parte  daquilo que sou. Quando me deitar no túmulo, não afirmarei como muitos “acabei a minha jornada”, porque ela recomeça (no outro lado) no dia seguinte. O túmulo não é uma betesga mas uma avenida e reabre ao raiar da manhã’”...  Lindo pensamento!

Benjamim Franklin (o grande inventor e pensador do século 18) dizia mesmo «Considero a morte tão necessária à nossa constituição quanto o sono. Erguer-nos-emos de novo bem repousados no ‘dia seguinte’»...  De resto, ele acreditava, tal como Vitor Hugo, na Reencarnação e escreveu o seguinte epitáfio para sua sepultura:

“Aqui jaz o corpo de Benjamim Franklin, semelhante à capa de um velho livro de páginas arrancadas, abandonado aos vermes, com o título e douradas apagadas. Mas a Obra não se perderá, pois tal como ele acreditava, ela reaparecerá numa nova edição mais elegante, revista e corrigida pelo autor”...

Aliás, “todo o homem deve, mais cedo ou mais tarde, seguir a senda da perfeição e ela decerto não poderá efectivar-se numa só existência. Assim, porque não surgiria cada indivíduo mais do que uma vez neste mundo?”. Isto dizia o grande filósofo alemão Lessing.

Jesus também dizia que teriamos de “nascer de novo” da água e do espírito que não é apenas pelo simbolismo do Baptismo (como fazem crer algumas religiões) e sim pela lei do renascimento aqui na Terra para se continuar na Senda do Bem e subir aos céus um dia quando tivermos alcançado um “corpo-luz” necessário para ascender a outros Planos do Universo.

Em face de tudo isto, deixo um pensamento (resumido) de Emmanuel no livro “Caminhos de Volta”  de Francisco Cândido Xavier que se refere aos nossos ‘mortos’ que estão vivos, dizendo:

Ainda que não reconheças de pronto semelhante verdade, eles te vêem e te escutam! Quanto possível, seguem-te os passos compartilhando-te problemas e aflições... 
Compadece-te dos que te precederam na Grande Renovação!  Aqueles que viste partir... não estão mortos! Entraram em novas dimensões de existência, mas prosseguem de coração vinculado ao teu...

Auxilia aos entes queridos na Espiritualidade, a fim de que te possam auxiliar!  Se lhes recorda a presença e o carinho, preenche o vazio que te impuseram à alma, abraçando o trabalho que terão deixado por fazer.
E deixa que os corações amados, hoje no Mais Além, te enxuguem as lágrimas, inspirando-te acção e renovação, porque, no futuro, tê-los-ás a todos positivamente contigo nas alegrias do Novo Despertar.
EMMANUEL

domingo, 30 de outubro de 2011

SAFIRA E A DITADURA DA MEDICINA CONVENCIONAL




Safira é uma menina que adoeceu de um cancro renal aos 4 anos de idade e foi sujeita a tratamentos da Medicina Convencional que impuseram aos pais a lógica dos protocolos legais que obrigam a fazer quimioterapia por processos judiciais que ameaçavam retirar a menina dos seus progenitores caso não aceitassem as determinacões da Alopatia que se sobrepõe arrogantemente à Homeopatia ou tratamentos naturais.

Assisti à grande reportagem da SIC no dia 30-10-2011 que contou toda história que permitiu confrontar realidades e saber verdades que deveriam ser conhecidas e amplamente divulgadas para que se entenda que há métodos alternativos de tratamentos contra o cancro menos agressivos e com maior probalidade de cura do que os métodos convencionais (há factos que comprovam isso).

Pude constatar o grande preconceito ou mesmo arrogância e até prepotência por parte daqueles que se julgam com mais competência para lidar com as doenças oncológicas, apoiando-se em teses cientificas nem sempre comprováveis e sim manipuláveis, rejeitando tudo o que é diferente ou não se enquadra na Medicina Convencional que parece ser uma ditadura, mais do que um Monopólio, em Portugal.

Urge por isso alterar a situação de modo a permitir que as pessoas escolham livremente qual a Medicina que preferem  para tratar a sua saúde ou de seus filhos sem estes correrem o risco de serem retirados de seus pais que não concordam com tratamentos perigosos que lhes pode causar a morte.

Felizmente tudo acabou em bem no caso da menina que sobreviveu ao cancro, mas o mesmo não sucede com tantas outras crianças que não têm a mesma sorte ou pais tão esclarecidos e responsáveis como os de Safira.

Fica aqui esta história de uma familia que lutou corajosamente contra o domínio de um sistema que se impõe à vontade de muitos que esperam um dia ver aprovado em Portugal o diploma das Medicinas Alternativas que a própria Ordem dos Médicos tem  rejeitado e até faz uma forte oposição contra a sua aprovação.

Porque não perguntar aos portugueses em Referendo?

Pausa para reflexão!

Rui Palmela 



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