Há males que vêm por bem e se muita gente está comendo menos carne devido à crise que o país atravessa, isso é óptimo para a saúde dos portugueses que passam a gastar menos nas farmácias, reduzindo-se os problemas de colesterol, cardiovasculares, cancer, alzheimer, entre outros.
Na verdade o consumo excessivo de carne e seus derivados está na origem da maior parte das doenças degenerativas de milhões de seres humanos que aumenta todos os anos. De resto é a própria Organização Mundial de Saúde que aconselha o regresso à “Dieta Mediterrânica” constituida na sua maior parte por cereais, leguminosas, hortaliças, tubérculos, oleaginosas, etc., onde se inclui mais peixe do que carne e as gorduras animais são reduzidas dando-se preferências ás gorduras vegetais com especial destaque para o Azeite com menos de 1º de acidez. As frutas substituem os doces sendo estes consumidos apenas em dias especiais.
O problema é que muita gente pensa que a carne é um alimento indispensável na alimentação, mas é um erro de informação que não corresponde à verdade. Antes pelo contrário, é um alimento putrido proveniente de um cadáver de animal cujas proteinas de má qualidade originam problemas no organismo por excesso de creatina, ácido úrico, etc., além de substâncias perniciosas como vacinas, antibióticos, hormonas de crescimento e anabolizantes que são utilizadas na alimentação dos animais. Além disso, há as doenças que eles desenvolvem em suas espécies (brucelose, tuberculose, BSE, etc) nem sempre detectáveis pelos serviços de veterinária.
Por tudo isto e muito mais, a carne é um mau alimento que contribui também para o desenvolvimento de uma personalidade agressiva no homem que se tornaria mais pacífico se não consumisse esse alimento inadequado à sua condição de ser racional e inteligente, pois o fósforo contido na carne não tem qualquer afinidade orgânica com o do cérebro humano e sim o do peixe, bem como o dos vegetais.
Portanto, ainda bem que a Crise está fazendo reduzir o consumo de carne que muitas pessoas acabam reclamando porque gostam de bifes e são consumidores habituais de animais. Seria bom que mudassem muitos de seus hábitos prejudiciais, inclusive o consumo de alcool e tabaco que deviam ser taxados gravemente e reduzir-se o preço dos produtos essenciais.
Pausa para reflexão!
Por fim, a alimentação vegetariana além de mais saudável é mais barata e isso beneficiaria o país e toda a população.
Rui Palmela





