Um responsável russo exprimiu
recentemente a ideia de que “a guerra fria continua” entre seu país e os EUA
como aconteceu durante décadas no tempo da URSS (ex União Soviética) contribuindo para isso as revelações feitas
por Edward Snowden
que está sendo perseguido pelo governo norte-americano que quer condená-lo por
ter denunciado as ilegalidades de seu país ao espiar milhões de pessoas e
figuras de estado do mundo inteiro.
Em vez de reconhecer esse facto e pedir desculpa ao mundo,
o governo de Barack Obama prefere pressionar paises como a Rússia e a China
para lhe entregarem o ex agente da CIA que continua refugiado e espera asilo
politico de vários paises da América Latina que já se ofereceram para
aceitá-lo.
Entretanto, começam a agudizar-se as relações
diplomáticas entre russos e norte-americanos com possivel retorno à “guerra
fria” agora mais alargada a outros paises como Cuba, Venezuela, Bolivia, Perú,
etc., e entre estes e a Europa onde Portugal, Espanha, França e Itália,
procederam erradamente ao tratar Evo Morales (Presidente da Bolivia) como um
marginal a quem recusaram autorização para aterrar em seus territórios para
reabastecimento de seu avião vindo de Moscovo, havendo a suspeição de que
Edward Snowden se encontrava lá dentro, sendo errada essa informação que
despoletou uma complexa situação.
Perante isto, crescem as manifestações de ódio contra
os 4 paises que colocaram em risco a vida de Evo Morales e sua comitiva dentro
do avião que foi desviado para Viena
onde foi reabastecido e abusivamente revistado, verificando-se que eram
falsas as informações sobre a ‘fuga’ de Snowden para a Bolivia.
Rui M. Palmela


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