Tal como referiam as profecias de S. Malaquias, surgiria um último papa (o 112º) que receberia o título de Pedro Romano e colocaria a Igreja ao serviço dos pobres, sendo ele próprio um exemplo das virtudes que muitos lhe atribuiriam e começam a marcar já o início de seu pontificado.
Parece que os sinais confirmam essa profecia sobre o papa eleito em 13-3-2013, com a diferença de ter escolhido o nome de “Francisco” e não “Pedro” por questões de humildade, revelando já uma forte determinação de renovar a Igreja do Vaticano pretendendo colocá-la ao serviço dos pobres, como vem dizendo, tendo recusado mesmo a cruz de ouro atribuida aos Sumos Pontífices, preferindo manter a sua de ferro sobre o peito. Oxalá consiga despojar parte da riqueza e dos bens materiais do Vaticano em prol dos mais desfavorecidos e necessitados dos tempos que vivemos. Que faça jus ao nome escolhido em honra de S. Francisco de Assis, um verdadeiro seguidor de Jesus.
Claro que não lhe vai ser fácil e encontrará certamente uma forte oposição dos vários lobbis do Vaticano (e não só) que lutarão contra ele pelas suas posições e as profecias referem também essa situação, porquanto S. Malaquias citaria algo do livro do Apocalipse em Cap. 11: 3 a 11 onde se fala de “duas oliveiras” ou “dois castiçais” simbolizando os dois papas vivos ao serviço da Igreja, cada um de seu modo, que teriam poder e dariam testemunho da fé, mas depois... “A besta que sobe do abismo lhes fará guerra e os vencerá... E os que habitam a terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros”... pois serão alvo do ódio dos que vivem cheios de iniquidade e desejarão vê-los mortos e toda a Igreja destruida na Actualidade.
Entretanto, algo sucederá que causará grande espanto e temor nas populações e muitos entenderão que estes são tempos de Juizo e muitas atribulações, tendo o último Papa um papel determinante entre os povos e as Nações, conquistando grande simpatia e credibilidade dando uma nova imagem da Igreja de Roma lavando muitos pecados no seu seio falando de amor e perdão, convidando todos à conversão.
Faço votos para que “Francisco I” seja de facto o Papa da Esperança no mundo moderno, fazendo cair o ‘muro’ do Vaticano convertendo a própria Igreja ao verdadeiro serviço dos pobres cumprindo seu papel missionário nos tempos difíceis que atravessa.
Faço votos para que “Francisco I” seja de facto o Papa da Esperança no mundo moderno, fazendo cair o ‘muro’ do Vaticano convertendo a própria Igreja ao verdadeiro serviço dos pobres cumprindo seu papel missionário nos tempos difíceis que atravessa.
Que a luz de Deus ilumine o coração de todos os homens e mulheres desta Humanidade (com ou sem religião) e todos juntos construamos um mundo melhor, com mais verdade e mais amor.
Rui M. Palmela


