Segundo um relatório recente, o número de pessoas
infetadas com Sida subiu para 35 milhões no ano de 2013, apesar de todas as
campanhas no combate à doença que está longe ainda de ser controlada ou extinta
da Humanidade, sendo pois um grande flagelo que já fez milhões de vitimas com
tendências a aumentar.
O problema não está sendo
resolvido pela Ciência e Medicina do século XXI que investem enormes recursos
na investigação e descoberta de uma vacina ou medicamentos eficazes que seriam
desnecessários talvez se apenas se
alterassem os comportamentos de ordem sexual que estão na origem de uma doença
que anteriormente só afetava uma certa classe de indivíduos (os primeiros casos
conhecidos surgiram nas comunidades gay nos EUA) tornando-se depois um problema
em toda a civilização por alguma razão.
Portanto, não basta distribuir
toneladas de preservativos em festas e carnavais dos tempos actuais, nem
produzem grande efeito as campanhas de informações e/ou educações sexuais sobre uma doença que só acaba talvez quando
os comportamentos de risco se alterarem, tanto nos hetero como nos
homossexuais, não importando idades nem classes sociais.
Poderia aprofundar mais esta
questão, mas penso que o flagelo da Sida (como outros) só acaba quando o homem
viver neste mundo mais de acordo com sua verdadeira condição.
Pausa para reflexão!
Rui M. Palmela

