sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A REVOLUÇÃO BIOLÓGICA DA HUMANIDADE


Lembro-me de ter lido em tempos umas palavras do Prof. Michio Kushi (o “guru” da Macrobiótica) que dizia que a Humanidade futura sobrevivente será toda vegetariana, porquanto a maioria das pessoas entretanto pereceria de vários males e doenças degenerativas e que isso seria a "Selecção Natural" da espécie humana no mundo actual.

Não sei até que ponto ele exagerou na sua afirmação, mas creio sinceramente que poderá ter razão. De resto, é do conhecimento comum que o número de óbitos anuais aumenta cada vez mais à medida que o ser humano degenera de sua condição e engendra tantos males e sofrimentos, devido a seus próprios desregramentos, vítima de uma Sociedade de Consumo que não olha a meios para atingir seus fins e que obviamente não é a saúde e qualidade de vida das pessoas mas sim a doença que é o maior negócio da Humanidade (tal como as guerras) e como tal não há interesse em mudar toda esta esta realidade.

Muitos já entenderam o que se passa verdadeiramente e resolveram alterar seus hábitos e comportamentos diários para uma Revolução Biológica da Humanidade e com isso alcançar um lugar futuro no mundo onde só se integrarão os que se preparam para um novo Ciclo de Evolução após este planeta sofrer, nos tempos que correm, uma grande Transformação.

Com efeito, a maioria das pessoas (não vegetarianas nem macrobióticas) estão pouco interessadas em mudar seus hábitos e comportamentos alimentares, continuando a manter vários vícios perniciosos que só conduzem à doença e não raras vezes terminam cheias de dor e aflição. Por isso, importa que se esclareça toda a gente de que é urgente mudar o mundo fazendo uma Revolução Biológica da Humanidade e nisso o Prof. Michio Kushi tinha razão!

De resto, ele até dizia que no caso duma Guerra Atómica, os sobreviventes seriam na sua maioria macrobióticos, pois a maior parte da Humanidade pereceria no dia seguinte pelos efeitos nefastos das radiações porque seus organismos estariam de tal forma desequilibrados nos factores yin-yang (representados pelo grupo de componentes minerais sódio-potássio no organsimo) que as células entrariam em completa desorganização.

A verdade, porém, é que nem é preciso haver uma guerra atómica para verificar que todos os dias morrem milhares de pessoa vítimas de doenças cardiovasculares, AVC’s, cancro, esclerose múltipla, etc., além dos milhões anuais vítimas do Tabagismo, do Alcoolismo e outros flagelos como Sida e a Fome, tudo matando muito mais do que todas as guerras juntas e catástrofes naturais.

Por isso, é preciso haver uma grande Revolução na Humanidade e que o homem recupere o seu ADN original para viver mais tempo num mundo sem doenças onde se alcance a luz duma Nova Civilização.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

terça-feira, 27 de outubro de 2009

A GASTRONOMIA DOENTIA PORTUGUESA


Num tempo em que se sabe a relação directa entre a comida e bebida e os problemas de saúde originados pelos erros e excessos alimentares das pessoas, a ponto da Organização Mundial de Saúde aconselhar o regresso a uma “Dieta Mediterrânica” onde as carnes e os enchidos e as bebidas alcoólicas sejam reduzidas drasticamente ou mesmo eliminadas da dieta, assiste-se em Portugal a certos programas de rádio ou televisão que prestam um mau serviço público sobre questões de alimentação.

Com efeito, promove-se o oposto da Roda dos Alimentos que se ensina na idade escolar e não é de estranhar que os jovens (e adultos) comam mal e as doenças cardiovasculares, AVC’s, cancro, diabetes e outras, aumentam cada vez mais em Portugal.

As “feiras gastronómicas” e a promoção da “comida regional” leva milhares de portugueses a afastarem-se cada vez mais da “Dieta Mediterrânica” e a saborear pratos de gastronomia doentia à base de carnes, enchidos, alheiras, e tudo o mais bem condimentado de molhos, gorduras e sal, tudo bem regado de vinhos e completado com doçarias de todo o género (conventuais e outras), que só contribuem para agravar o estado de saúde dos portugueses que “cavam a sua sepultura com os dentes”, como alguém dizia.

Efectivamente o número de mortes ou doenças súbitas aumenta em Portugal devido a esta situação, e enquanto vários médicos dão bons conselhos surge o oposto em vários programas de televisão. Até parece que não há interesse em manter a população saudável e aumentar-se assim o número de obesos, diabéticos, hipertensos, etc., tal como se verifica neste país onde os hospitais estão cheios e as listas de espera para internamentos aumentam, revelando um povo doente que podia ser mais saudável se a dieta alimentar também o fosse.

Mas há os sentem orgulho de ser um “bom garfo” e até dizem: "perdoa o mal que faz para o bem que sabe"... diferente daquela filosofia que diz: "come para viver, não vivas para comer".

Enfim, há interesses económicos que falam mais alto e as pessoas não se sabem defender da propaganda ou publicidade enganosa que passa diariamente na rádio e televisão apresentando produtos ou alimentos sobre os quais devia haver regras do Ministério da Saúde que devia zelar mais pela saúde da população.

Fica por aqui,

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

domingo, 25 de outubro de 2009

DRª RAUNI KILDE FALA DA "GRIPE A" E PERIGO DA VACINAÇÃO


A ex-Ministra da Saúde finlandesa, Drª Rauni Kilde, defende a teoria de que: "Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas".

Entre as muitas teorias que têm surgido sobre o novo vírus da "gripe A" (H1N1), a drª Rauni Kilde, ex-directora clínica da província finlandesa da Lapónia, diz que a OMS mente nas estatísticas que apresenta e que as “elites” estão concertadas para reduzir a população mundial a dois terços...

Entrevistada e questionada sobre a Gripe A, a médica Rauni Kilde, é peremptória: “Não é a gripe suína que é perigosa, são as vacinas”.

Numa entrevista de quase sete minutos, Kilde começa por dizer que a humanidade desconhece os efeitos dos alimentos transgénicos ou da utilização dos telemóveis na saúde, e que tudo se resume a uma estratégia concertada das “elites” para reduzir a população mundial a pelo menos dois terços ou “até em cinco mil milhões de pessoas".

Será mesmo? - Bem, o Tabagismo mata pelo menos cerca de 5 milhões de seres humanos todos os anos e não há vacinas para evitar esta calamidade global entre outras do século actual.

Rauni Kilde diz que: “por detrás de tudo está a diminuição da população mundial” e o objectivo é “colocar milhões nos bolsos de quem difunde [as vacinas]”.

A médica fala em Donald Rumsfeld, que foi director da Gilead Sciences, Inc., a empresa detentora da patente do medicamento Tamiflu, e que tem sido apontado como detentor de acções da empresa. Todos sabem quem é esta figura sinistra, ex-Secretário da Defesa do regime de George Bush.

Kilde acredita por fim que as recomendações para vacinar primeiro grávidas e crianças têm como propósito “eliminar a próxima geração”... Isto é grave e precisa ser esclarecido urgentemente e publicamente!

A médica refere-se ainda à epidemia de uma variante da gripe suína que surgiu na década de 70, nos Estados Unidos da América, que envolveu uma grande campanha de vacinação. Kilde refere que os EUA "deixaram a vacinação após três semanas porque havia muita gente a morrer e com danos neurológicos" que a comunidade médica conhece por Síndrome Guillain-Barre que pode causar paralisias e até à morte.

Uma "Campanha de medo" é o que os governos estão a fazer através dos 'mass media', diz a Drª Kilde, e as pessoas ficam assustadas por isso, querendo ser todas vacinadas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) também estará contribuindo para a "Conspiração", podendo declarar o nível de alerta vermelho (ou nível 6) se começar a haver muita gente que recuse tomar a vacina.

Porém, sem olhar às teorias divulgadas por toda a parte, o plano de vacinação em Portugal já começou a ser implantado com 54 mil doses que serão administradas a um número restrito de pessoas onde estão incluidos os próprios membros do governo e responsáveis pelos sectores chave do país.

A verdade porém, é que na Alemanha também se refere que existem vacinas diferentes para o governo e outras para a população... apesar do desmentido imediato sobre esta questão!

Enfim, uma coisa é certa: o Director-Geral de Saúde português (Francisco Jorge) chegou a dizer que as vacinas não teriam talvez o efeito desejado e agora surge tentando convencer toda a gente que deve levá-las, apesar de alguns médicos e enfermeiros já terem dito que não querem ser vacinados. Aliás, sobre isso o DGS acusou grupos de opinião contrários à vacinaçao dizendo que não têm "fundamentos científicos" para tomarem essa posição. Afinal quem está de posse da razão!

Parece-me sim que está a haver uma grande "Pandemia Mundial do Lucro" que gera milhões de euros nas industrias farmacêuticas cujo negócio prospera cada vez mais com a campanha do medo nas pessoas e não se sabe o que vai originar esta vacinação em massa, uma vez que a vacina foi criada ás pressas ou em pouco tempo (não estando por isso devidamente testada), desconhecendo-se os efeitos a curto ou longo prazo nas populações.

Creio, pois, na tese da Drª Rauni Kilde que faz sua afirmação (não desmentida ainda) de que o maior perigo está nas vacinas e não no vírus que afinal parece não ser tão agressivo como se esperava (apesar de já terem morrido muitas pessoas como acontece de resto com a gripe comum ou sazonal) e por isso talvez não haja grande justificação para haver esta enorme campanha de vacinação.

É o que penso...
Pausa para reflexão!

Rui Palmela

Nota: Há uma outra entrevista de uma monja beneditina em Espanha, a Drª Teresa Cordabes i Vila, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública, que circula na Internet e que vale a pena ler no seguinte link: http://codigo430.blogs.sapo.pt/2009/10/11/

QUEM JULGARÁ DEUS?


Muitas são as pessoas que acusam Deus de ser o responsável por todos os males da Humanidade.

Os descrentes no Criador da Vida e do Universo, esses negam mesmo a sua existência e classificam o Deus das Religiões como um Ser cruel, violento, vingativo ou castigador e outros adjectivos que possam servir de base às suas argumentações falaciosas e cheias de tantas contradições.

Crescem, de resto, as discussões sobre temas a respeito dos quais se emitem as mais diversas opiniões e é caso para se dizer que “casa onde não há pão, todos ralham (ou discutem) e ninguém tem razão”...

Bruxos discutem com padres, padres discutem com espíritas, espíritas discutem com ateus, ateus discutem com crentes em Deus, e assim todos assistem a estes confrontos ruidosos onde cada um fala mais alto e defende seus pontos de vista falando para as multidões, prestando-se a debates/espectáculo dos tempos de antenas das televisões.

Por fim, é Deus o principal visado e acusado de permitir guerras e lutas sangrentas, fome e miséria na Terra, grandes tragédias, doenças e calamidades na Humanidade, injustiças e desigualdades sociais, crimes hediondos, crueldade, barbaridade, etc., etc., permitindo por fim, esse mesmo Deus, que a vida continue tal como está e o Sol nasça todos os dias sobre bons e maus, justos e injustos, ricos e pobres, sábios e ignorantes, crentes e descrentes, todos recebendo em suas vidas aquilo que semeiam ao longo dos tempos por várias encarnações.

Sim, só aceitando a realidade da Reencarnação (que está provada cientificamente) se pode isentar Deus de tantas acusações do mal que acontece nas Sociedade ao longo de gerações. De resto, Jesus Cristo bem conhecia as Leis de consequência de Causa e Efeito nas nossas vidas, chamando a atenção dizendo que “A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória” e “a colheita é conforme a semeadura” ao longo dos tempos da nossa história.

Perante isto, mesmo os que negam a Cristo, terão matéria para analisar e aprofundar sobre esta questão, se quiserem descobrir verdades que infelizmente foram omitidas pela própria Religião. Sim, neste caso a Igreja de Roma foi quem suprimiu no século I d.C. a crença na Reencarnação, sendo esse o elo perdido do Cristianismo que poderia explicar muitas desgraças e acontecimentos na vida das pessoas e melhorar o comportamento das multidões.

Por isso, os que acusam Deus de ser culpado de tantos males no mundo, deviam primeiro adquirir conhecimentos suficientes para debater certas questões e não se julgarem sábios aos seus próprios olhos sendo ignorantes ao confrontar-se também com os erros das Religiões.

Fica aqui mais esta dissertação,

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

AS GUERRAS VALEM A PENA?


Não, jamais. As guerras são a expressão máxima de violência de povos atrasados, ética moral e espiritualmente, mesmo que evoluidos centífica e tecnologicamente.

Nenhuma guerra vale a pena pelos seus resultados sangrentos e ódios ou ressentimentos guardados que se perpetuam pelos tempos.

Só ganham com as guerras os poderosos ambiciosos que mandam invadir ou destruir paises em nome de algo que pretendem impôr pela força das armas em vez do Amor. A linguagem do ódio é a violência dos que governam o mundo sem luz de inteligência.

A História da Humanidade está cheia de guerras sangrentas e lutas fratricidas que para nada servem a não ser para conquistar poder (político ou económico) de uns que se sobrepõem aos outros.

Se as verbas de cada país, destinadas a seus exércitos e armamentos, fossem aplicadas para a paz e justiça social e intercâmbio de amizade e união entre as Nações, os povos viveriam todos em harmonia e evoluiriam com sabedoria respeitando suas diferenças e tradições.

Foram estas as verdadeiras mensagens dos Mestres e Instrutores da Humanidade que não sofrendo de patriotismos nem tendo nacionalidade, ensinaram o homem a viver num mundo sem guerras, sem ódios, sem conflitos, e sim com Justiça, Bondade, Amor e Verdade.

Infelizmente suas palavras foram utilizadas para guerras e dissenções desta ou daquela Religião que dividem as multidões e exploram a ignorância e 'fé' das populações. Porém todos deviam saber (crentes e não crentes) que “Deus não sonda religiões mas sim corações”... De resto, até mesmo Cristo dizia assim: “ Esta gente honra-me com os lábios mas seu coração está distante de Mim”...

Por isso, não deixará de haver guerras e dissenções entre os humanos, enquanto não se recuperar o verdadeiro Conhecimento e se evoluir com entendimento num mundo que está em guerra com a Natureza e com milhões de seres da Criação, todos sendo vítimas do homem e sua forma de Civilização.

Há que corrigir erros e mudar o curso dos acontecimentos (antes que seja tarde) sem o que se cumprirão as profecias de todos os tempos e haverá dias de “grande atribulação” e desta vez não mais se repetirão...

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ÁFRICA E SEUS LIDERES... SEM VERGONHA!


Fome, guerra, pobreza, doenças, miséria, corrupção, impunidade, é assim que se define África e seus povos que sofrem a ganância e ambição de seus líderes e de outros países mais evoluidos que nogoceiam entre si os recursos naturais como o petróleo, os diamantes, o cobalto, etc. que fazem enriquecer uns e empobrecer milhões de africanos com direito a ter uma vida mais digna.

É do conhecimento comum que os lideres africanos enriquecem escandalosamente enquanto o povo vive miseravelmente. O Presidente angolano, por exemplo, detém uma fortuna colossal que daria para erradicar a fome no país e dar melhores condições de vida ao seu povo que sofre carências de todo o género.

Em vez disso todos se locupletam no luxo e riquezas pessoais enquanto Portugal e outros países onde as Associações Comunitárias de Ajuda Internacional enviam alimentos e medicamentos no combate às doenças como a Malária, por exemplo (entre outras), que todos os anos mata milhões de africanos, sendo fácil o seu controle e erradicação da população.

Por isso, é incompreensivel que tal aconteça com a passividade internacional que sabe o que se passa e o que os governos deviam fazer mas se limitam apenas em pedir aos cidadãos europeus alguma ‘Solidariedade’ com África para combater a miséria e pobreza enquanto seus líderes vivem na riqueza.

Há sim uma certa cumplicidade de interesses inconfessáveis que gerem ganâncias e ambições de muitos que exploram a situação e não querem mudar o cenário de África onde tanta gente morre diariamente por indiferença dos que dominam com total desprezo pelos que sofrem em silêncio a sua triste realidade neste século de civilização.

Bem hajam, porém, todos os que prestam ajuda aos necessitados e famintos deste mundo (seja em África ou não) sem esperar recompensas de nenhum céu ou temer as chamas de algum inferno, pois tudo fazem de alma e coração, com amor e compaixão, sendo esse o mais nobre sentimento dos que trabalham para a paz e edificação uns dos outros.

Os lideres africanos deviam ser os primeiros a fazê-lo, mas infelizmente não.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

QUAIS 'BENEFÍCIOS' DO TABACO, VINHO, CAFÉ E CHOCOLATE?


Começam a surgir ultimanente informações e contra-informações sobre produtos e alimentos que estão causando alguma confusão na cabeça de muita gente, como é o caso do tabaco, do vinho, da cafeina e do chocolate que alguns ‘cientistas’ vão afirmando ter benefícios para a saúde.

Efectivamente, alguns investigadores alemães e norte-americanos ditam aquilo que o mundo repete como "verdades científicas" que podem não ser mas muita gente acredita porque até convém crer...

Assim, enquanto Dirk Taubert e os seus colegas do Hospital Universitário de Colónia (Alemanha) afirmam que o cacau baixa a pressão arterial e até pode ser bom para o coração, os seus colegas americanos da Carolina do Norte revelam que a cafeína e o tabaco podem proteger contra a doença de Parkinson.

Estudos realizados a 173 pessoas mostraram que os que consumiram cacau ou chocolate (não se sabe se por muito ou pouco tempo) tinham, em média, uma pressão sistólica 4,7 milímetros mais baixa e diastólica 2,8 milímetros menos do que aqueles que não consumiram esses alimentos. Desconhece-se porém se a dieta tinha muito ou pouco sal para todos de igual modo.

Os investigadores avisaram no entanto que as conclusões de seus estudos não devem ser tomadas como uma recomendação para consumir mais chocolate para baixar a pressão arterial, nem tabaco ou café para reduzir riscos da doença de Parkinson, pois o cancer no pulmão e doenças cardiacas matam mais depressa muita gente.

De resto, até se faz uma advertência de que "o consumo de cigarros e cafeína acarreta os seus riscos próprios, não sendo pois recomendável para prevenir o desenvolvimento da doença de Parkinson", advertiu Burton Scott, professor de Medicina.

Quanto ao chocolate, se é verdade que por um lado tem alguns benefícios para a saúde, por outro pode ser bastante prejudicial a quem o consome demasiado como é o caso dos chocolatodependentes, viciados no seu consumo, podendo desenvolver obesidade e diabetes pelo excesso calórico e vida sedentária como tanto acontece nos dias que correm.

Portanto, o melhor mesmo é ter uma alimentação saudável e bons hábitos de vida, como de resto é aconselhado pela própria Organização Mundial de Saúde como forma de evitar doenças que nenhum chocolate combate nem copo de vinho ou café e muito menos o tabaco. Esta é a verdade!
Tudo isto é nitidamente fruto de publicidade enganosa de grandes empresas que encomendam "estudos científicos" (bem pagos decerto) para dar mais credibilidade a novos mitos que vão criando com propósitos bem determinados que convencem muita gente a consumir aquilo que lhes dá prazer e alimenta seus vícios pessoais que não são os de saúde pública e universais.

Seria bem melhor que se dissesse certas verdades como por exemplo o facto de 6 em cada 10 portugueses morrem de cancro, acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e enfartes, porque a alimentação é o principal factor de origem destas doenças pelo excesso de consumo de carnes e seus derivados, entre gorduras de origem animal saturadas, além dos fritos e demasiado sal, aumentando em 45% o risco de virem a ter problemas coronários, da próstata, da mama, do cólon, entre outros.

Penso que se está a brincar demasiado com a saúde pública em Portugal onde o governo devia prestar mais atenção ao que se passa e tomar medidas para protecção de seus cidadãos que infelizmente estão mal informados sobre nutricionismo e por isso são mais facilmente influenciados ou enganados pelo que se diz de certos “estudos científicos” que apontam agora benefícios ao tabaco, ao vinho, ao café, ao chocolate, etc., sem haver qualquer controle da situação. Basta apenas dizer-se à partida aquilo que toda a gente já sabe, ou seja, “para tudo deve haver moderação”...

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

SERÁ QUE OS HOMENS NÃO ENTENDEM?


Todos os dias a Mãe-Terra vai mostrando seus sinais de agitação que são observados e registados um pouco por todo o lado com resultados assustadores cujas imagens são mostradas nos noticiários de televisão.

Os terramotos sucedem com maior frequência ou intensidade, grandes tsunamis são formados e milhares de pessoas são apanhadas de surpresa ante as forças da Natureza que ninguém pode evitar. As tempestades com enxurradas diluvianas vão acontecendo ao longo do ano enquanto ondas de calor atingem paises ricos ou pobres com incêndios incontroláveis que dizimam florestas inteiras com prejuizos incalculáveis...

As alterações climáticas são cada vez mais evidentes (devido ao "Aquecimento Global") e apesar de haver sinais de preocupação por parte dos governantes do Mundo que fazem reuniões para reduzir emissões de gases na Atmosfera causadores da situação, os homens tardam em tomar medidas sérias e urgentes e continuam dia e noite alimentando o mesmo sistema de agressões ao Planeta que está dando sinais de alguma perturbação.

A Humanidade tem de escolher entre parar com as loucuras da Civilização e sobreviver de forma sustentável e equilibrada ou correr riscos de desaparecer completamente no meio de catástrofes jamais vistas no seio da Terra antes de se iniciar uma Nova Era.

Os homens têm de tomar urgentemente uma decisão que minimize efeitos apocalípticos que estão atingindo particularmente algumas regiões do mundo onde tanta gente é afectada sem saber o que se passa, sendo certo que os paises mais industrializados e poluidores são os grandes culpados da situação. Deviam ser penalizados e acusados de atentados contra a Humanidade mas infelizmente é o poder económico e das armas que fala mais alto, pouco importando o futuro do Orbe e de todas as espécies vivas deste Mundo da Criação.

Só uma Força Superior poderá evitar o pior e salvaguardar a vida na Terra que os homens estão a destruir com suas loucuras, ganâncias e ambição. Ninguém pode parar o mecanismo Cósmico que tudo ajusta no tempo certo e creio mesmo que “as potências dos céus serão abaladas” (como dizia Jesus Cristo) podendo o Mundo mudar de posição.

Entretanto as pessoas falam de sexo, sonham com o Euromilhões, seguem políticos enganosos e aplaudem seus discursos, discutem futebol ou se deixam embalar por telenovelas de televisão, esquecendo coisas mais importantes da vida que são os valores fundamentais para seu futuro nesta ou noutra dimensão.

Muitos não entendem e até preferem ignorar...

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O QUE NÃO GOSTO DA "DEMOCRACIA"

Sou pela Paz, pela Liberdade, pela Fraternidade, pela Igualdade, mas abomino toda a Iniquidade. Nisto a “Democracia” é pródiga, pior do que os regimes ditatoriais, pelos erros e excessos das doutrinas liberalistas que invertem valores fundamentais, morais e espirituais.

Não, não defendo o moralismo religioso baseado no medo e na opressão, onde não falta o fanatismo e o obscurantismo que condiciona grande parte da população, mas também não sou pelo idealismo de partidos que cultivam a insanidade politica onde falta justiça, verdade, amor, irmandade, união, comunhão e sentimentos de unidade.

A tudo se junta os abusos do poder, a corrupção e a desonestidade, não havendo repartição da riqueza pelos que a produzem nem pelos pobres da Nação que servem para se brincar à caridade. Na “Democracia” tenho observado muitas outras coisas que crescem na sombra da imoralidade onde tudo se permite em nome duma falsa ‘liberdade’ (libertinagem) que degrada o homem e mulher da Actualidade.

Também cresce a insegurança e falta de confiança no futuro pelas crises originadas das más governações dos que chegam ao poder e não servem as populações, a quem fazem de resto falsas promessas em época de Eleições. Rendem-se ali os eleitos ao poder do Capital (calculista e liberalista) que não sendo altruista condiciona políticas sociais para que uns tenham de menos e outros tenham de mais...

Por tudo isto e outras coisas que observo, como a falta de cultura e respeito pela natureza e vida dos animais, me permito dizer o que penso da “Demo-cracia” que nada tem a ver com o “poder do povo” e sim de tecnocratas no poder dos tempos actuais. Verdadeiramente, é uma forma mais inteligente do ‘Demo’ que faz avanços no mundo dos homens convencendo as almas de que tudo é lícito, mesmo as coisas imorais.

Fica aqui mais esta dissertação,

Pausa para reflexão!

Rui Palmela

PERIGO DE VACINAÇÃO GRIPE A? LEIAM ISTO!


A Ministra da Saúde dos EUA, Kathleen Sebelius assinou um decreto que garante a total imunidade jurídica para os fabricantes de vacinas contra a gripe suína em todos os processos criminais que possam se originar de qualquer ligação da nova vacina contra esta gripe.

Esta decisão do governo norte-americano, resulta do seu programa no combate à "pandemia" do vírus H1N1 que custou 7 billiões de dólares e tenta lançar no mercado a vacina antes da fase alta que começa no Outono, sem proceder sequer com as usuais medidas de segurança.

Primeiramente, nem a Organização Mundial da Saúde (OMS), nem o Center for Disease Control (CDC) dos EUA, nem qualquer instituto científico apresentaram a prova científica necessária para a existência do alegado vírus Influenza-A-H1N1.

O pânico espalhado mundialmente ante uma suposta ameaça através da gripe suína toma dimensões dignas de um romance de ficção científica de George Orwell. O decreto que a Ministra Sebelius acabou de assinar garante aos fabricantes de vacinas (segundo uma lei que entrou em vigor em 2006) imunidade jurídica em casos de calamidade pública de saúde.

Desde que a Organização Mundial da Saúde, seguindo uma recomendação do grupo SAGE (Strategic Advisory Group of Experts on Immunizations), declarou a infecção H1N1 como fase 6 ou pandemia, podendo ser iniciadas imediatamente medidas de caráter emergencial de saúde pelo mundo inteiro, até mesmo em países como a Alemanha, onde o número de casos de infecções H1N1 registrados ou até mesmo somente “suspeitos” podem ser contados nos dedos da mão.

O grupo SAGE da OMS deve ser examinado mais atentamente. Seu diretor é desde 2005 o Dr. David Salisbury, chefe do departamento de imunização do Ministério da Saúde britânico. Nos anos 80, Salisbury foi bastante criticado, pois apoiou a vacinação em massa de crianças com a vacina combinada MMR (Caxumba-Sarampo-Rubéola) da empresa que antecedeu a GlaxoSmithKline. Justamente essa vacina foi tirada do mercado no Japão, após ter gerado efeitos colaterais em um número considerável de crianças e o governo japonês ter sido obrigado a pagar enormes indenizações. Na Suécia, a vacina MMR foi retirada do mercado quando os cientistas ligaram-na com o aparecimento da doença de Morbus Crohn. Aparentemente o chefe da SAGE, David Salisbury não se deixou impressionar com isso na época.

Segundo informações do investigador britânico independente Alan Golding, que conseguiu a liberação dos documentos sobre o caso, foi “introduzido em 1986, no Canadá, o preparado MMR Trivix, que contém a cepa do vírus da caxumba Urabe AM-9, ao invés do MMR I. Nos protocolos dos grupos de trabalhos conjuntos da associação britânica de pediatras (Joint Working Party of the British Paediatric Association) e do Comitê conjunto do grupo para vacinação e imunização (Joint Committee on Vaccination and Immunization JVCI Liaison Group), a 26 de junho do mesmo ano, foi expressa a preocupação com a introdução do MMR na Grã-Bretanha. Esta preocupação foi confirmada rapidamente, pois aumentaram os relatos de casos de meningite asséptica em pessoas vacinadas.

Finalmente, no início de 1988, no Canadá, todas as vacinas MMR que continham a cepa Urabe, foram retiradas de circulação. Isso aconteceu ainda antes do Ministério da Saúde do Reino Unido ter liberado as vacinas que continham o Urabe. No relatório, a “Smithkline-French", empresa farmacêutica que mais tarde se tornou Smith-Kline-Bencham e produzia na Grã-Bretanha, levou a sério estas questões de segurança e hesitou em pedir a licença para a vacina com Urabe. Como resultado de sua “preocupação”, as crianças poderiam sofrer sérios danos através de algum de seus produtos, eles exigiram que o governo britânico os assegurasse contra possíveis processos criminais, os quais poderiam acontecer devido a possíveis “baixas” em relação com a vacina, cujos riscos para a saúde já eram conhecidos nesta época. Por recomendação do professor Salisbury e dos representantes do Ministério da Saúde, o governo britânico, que estava empolgado em poder fornecer uma barata vacina MMR, cedeu às exigências. Hoje, o mesmo Dr. Salisbury se empenha na utilização mundial da não-testada vacina H1N1, que é produzida pelo mesmo fabricante e que se chama agora Glaxo Smith Kline.

Na última vez que o governo norte-americano foi confrontado com uma nova gripe suína, milhares de pessoas exigiram indemnização naquela época e alegaram que eles sofreram efeitos colaterais da vacina. Por isso desta vez o governo tomou medidas para evitar processos desde o início, caso novamente milhares de cidadãos americanos venham a sofrer sérias complicações, porque receberam vacinas não testadas.

Em 1976, o presidente Gerald Ford que estava preocupado na época com sua reeleição, foi aconselhado pelo chefe do CDC, David Sencer, a promover uma ampla campanha de vacinação em todo o país. Da mesma forma como hoje em dia com a gripe suína H1N1, Spencer fomentou o medo de uma suposta epidemia de gripe como em 1918. É notável que ainda hoje alguns cientistas declarem que os óbitos de 1918-1919 – após o fim da devastadora Primeira Guerra Mundial – se originaram não devido a um vírus, mas sim à campanha de vacinação do governo contra a “gripe espanhola”. Vale mencionar que a Universidade e Fundação Rockfeller estavam no centro dos acontecimentos daquela época. Apareceram casos da gripe suína em soldados no Fort Dix, Estado de Nova Jersey, que provocaram uma vítima. A causa da morte é controversa, pois o soldado adoecido pela gripe foi forçado a participar uma marcha e caiu morto. Sencer solicitou a Ford que iniciasse uma campanha, a qual se revelou posteriormente como um vergonhoso fiasco da história da saúde pública americana. Sencer foi forçado a se demitir finalmente do cargo de diretor do CDC.

No escopo daquela campanha, 40 milhões de norte-americanos foram vacinados pelos órgãos públicos. Nunca houve uma pandemia, mas milhares que foram vacinados pediram indemnizações por causa de lesão corporal, pois eles contraíram a doença neurológica Síndrome Guillain-Barre ou apresentaram outros efeitos colaterais. Pelo menos 25 pessoas morreram, 500 adoeceram devido à síndrome de Guillain-Barre, uma inflamação do sistema nervoso que leva a paralisias ou até à morte. Houve também outros efeitos colaterais. O governo norte-americano teve que pagar indenizações após as vítimas da vacinação provocaram um escândalo nacional. Em 1976, a vacina contra a gripe suína se mostrou muito mais perigosa do que a própria doença.

Mas ainda vem o pior. Agora, quando o governo Obama assinou um decreto que garante a imunidade jurídica contra vindouros processos criminais, o órgão regulamentador de medicamentos FDA, dos EUA e os órgãos públicos da saúde da Grã-Bretanha decidiram que as grandes empresas farmacêuticas (“Big Pharma”) podem colocar vacinas no mercado, antes que os resultados das pesquisas sobre seus efeitos colaterais sejam conhecidos.

As primeiras doses da vacina contra gripe suína serão liberadas antes que estejam disponíveis os dados sobre efeitos colaterais e eficácia. A vacina não-testada contra “pandemia” deve ser aplicada em duas altas doses. Uma marca deve conter um composto químico adicional em sua formulação, o assim chamado de adjuvante, para tornar a vacina mais “eficaz”, mas que aumenta drasticamente o perigo de possíveis efeitos colaterais.

Primeiramente devem ser vacinadas as crianças; elas tomam a vacina provavelmente já um mês antes dos resultados dos testes serem conhecidos.

Na Grã-Bretanha, os órgãos públicos da saúde National Health Service (NHS) receberam a ordem de se preparar para o pior dos casos: a gripe suína pode provocar a morte de até 65.000 vidas no próximo inverno, dentre eles milhares de crianças.

O governo britânico já encomendou 132 milhões de doses da vacina junto a dois fabricantes, GlaxoSmithKline e Baxter, os quais licenciaram já previamente três vacinas-“bases” em preparação contra uma pandemia. Isso soa como encomendado, embora a OMS e os epidemiológicos assegurem que não é possível se preparar antecipadamente frente a uma ameaçadora mutação do atual e relativamente inofensivo problema do H1N1. Realmente é inacreditável que o grande fabricante farmacêutico Baxter já tenha requerido a patente para a vacina H1N1, um ano ante que o primeiro caso do suposto H1N1 tivesse sido relatado...

Talvez fosse a hora de exigir que todas as lideranças da OMS, da SAGE e do CDC, do governo Obama, os membros do gabinete e do congresso norte-americano, que liberaram sete biliões de euros, verba para o H1N1, e consentiram que a indústria farmacêutica recebesse imunidade perante as posteriores indenizações que seus produtos viessem a causar, se colocassem eles próprios à disposição como cobaias para a nova vacina. Assim pode se observar os resultados. O mesmo deveria valer para outros órgãos públicos ou instituições que exigem que os cidadãos sejam vacinados com a vacina H1N1 da GlaxoSmithKline ou Baxter, eles devem atentar que a vacina seja realmente segura.

Um outro sinal de que todo mundo está fazendo papel de idiota neste cenário de gripe suína da OMS, se mostra na mais nova decisão da OMS – desta instituição atuante internacionalmente, que justamente deveria ser responsável em vigiar este princípio das chamadas pandemias ou somente epidemias pelo mundo afora –, de não seguir mais o desenvolvimento da gripe suína (ou do H1N1 Influenza A, como hoje se prefere chamar para não atrapalhar o Smithfield Foods ou outros produtores industriais de Porcos - CAFO).

Em um informativo publicado em sua página na Rede, encontra-se o espantoso anúncio que os casos de H1N1 não serão mais registrados. A última contagem da OMS, de 6 de julho, resultou em 96.512 casos confirmados em 122 países, dos quais 429 mortes. Aparentemente a OMS quer dizer com através deste novo passo, que o número de casos confirmados em laboratório é irrelevante. No informativo, porém, pede-se que os países continuem a noticiar os casos confirmados. Os países devem também atentar a eventual aumento dos casos de morte que poderia indicar a mutação do vírus para uma forma mortal. Outro “sinal, que dever-se-ia atentar com cuidado”, seria o aumento de casos em escolas, um aumento dos infectados e freqüentes internações.

Também a CDC em Atlanta apoiou a decisão da OMS. Dr. Michael T. Osterholm, director do Center for Infectious Disease Research and Policy (em português: Centro de pesquisa e vigilância de doenças infecciosas) da Universidade de Michigan, admite que os testes para confirmar o H1N1-Influenza A não são exatos, mas conduzidos mais pela sorte, pois: “Fazer a coisa errada pode ser pior do que fazer nada”.

Portanto a OMS decidiu não mais registrar os resultados dos testes, os quais não fornecem qualquer quadro científico se alguém contraiu ou não o H1N1. Ela também decidiu não contar mais os resultados de testes e casos confirmados do H1N1 por todo o mundo, porque “a gente pode presumir que na maioria dos caso trata-se da gripe suína H1N1”. Isso não pode ser considerado uma pesquisa científica, que sobre seus fundamentos nos aconselha a vacinar nossas crianças. Não, não com nossas crianças (e grávidas)!

F. William Engdahl
Kopp Verlag, 28/07/2009

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